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Fundamentos de Optometria

Código 12507
Ano 2
Semestre S1
Créditos ECTS 6
Carga Horária PL(30H)/TP(30H)
Área Científica Optometria
Tipo de ensino Presencial
Estágios Não aplicável
Objectivos de Aprendizagem No final da unidade curricular, os estudantes devem ser capazes de:

-Integrar os diferentes métodos de exame optométrico para estudar e determinar de forma mais adequada o estado refrativo.
-Identificar e reconhecer as características, sinais e sintomas dos diversos defeitos refrativos e relacioná-los com o fenómeno de envelhecimento.
Conteúdos programáticos O conhecimento, compreensão e competências clínicas devem ser demonstradas nas áreas de:

(1) estados refrativos do olho,
(2) mecanismo de presbiopia,
(3) alterações refrativas relacionadas com a idade,
(4) epidemiologia, história e sintomas das anomalias refrativas,
(5) observação e reconhecimento dos sinais clínicos,
(6) identificação, compensação e seguimento de anomalias refrativas através de lentes oftálmicas e lentes de contacto.
(7) técnicas objetivas e subjetivas de exploração do estado refrativo.

Componente Prática:
(1) Retinoscopia (Estática e de Mohindra)
(2) Queratometria
(3) Acuidade Visual
(4) Subjetivo monocular, biocular e binocular
(5)Exame Refrativo (Frontofocometro, Ananmeses, Acuidade Visual, Retinoscopia e Subjetivo)
Metodologias de Ensino e Critérios de Avaliação A classificação na época de ensino aprendizagem (CEA), no caso de o aluno ter concessão de frequência, será dada por:
CEA = 0.5 T + 0.5 PL, caso T, arredondado à unidade, for superior ou igual a 8 valores, onde T é média da classificação das duas frequências e PL a classificação da avaliação prática.
CEA = T, caso T, arredondado à unidade, for superior a 6 e inferior a 8 valores.
CEA = 6, caso T, arredondado à unidade, for inferior a 6 valores.

A classificação da componente de avaliação prática (PL) estará contida no intervalo 0-20 e será dada por:
PL = 0.45 P1 + 0,40 P2+ 0.15 A,
onde, P1 e P2 são os testes práticos e A a classificação de uma anamnese; A classificação da Anamnese (A) e cada teste prático está igualmente contida no intervalo 0-20 valores.

O aluno dispensará da realização de exame, caso tenha concessão de frequência, obtenha uma classificação mínima arredondada à unidade de 8 valores na média das 2 frequências e obtenha uma classificação final, arredondada à unidade, de 10 valores.

A concessão de frequência é atribuída mediante a realização de uma anamnese (A), uma classificação superior ou igual a 9.5 valores na avaliação prática (PL), realizada no período de ensino aprendizagem e a um número mínimo de presenças nas sessões de contacto. Uma classificação inferior a 9.5 valores na componente PL implica que o aluno não cumpriu os objetivos mínimos da disciplina. Em caso de incumprimento das condições anteriores não será atribuída uma classificação quantitativa ao aluno, ficando não admitido.

A classificação no período de exames (CE) é dada pela mesma fórmula e condições utilizadas para a classificação ensino-aprendizagem, sendo T a classificação obtida no teste teórico de exame correspondente.

A classificação final (CF) na unidade curricular será a melhor classificação obtida entre CEA e CE. - Os estudantes em situações especiais previstas nos regulamentos da instituição, mediante apresentação de comprovativo, poderão ter concessão de frequência sem cumprir a totalidade das presenças indicadas.
Bibliografia principal - Benjamin, W.J. (2006) Borish's Clinical Refraction, 2nd Edition, Elsevier, Butterworth-Heinemann.
- Rosenfield, M., Logan, N. (2009) Optometry: Science, Techniques and Clinical Management, Butterworth Heinemann Elsevier.
- Elliot, D.B. (2008) Clinical Procedures in Primary Eye Care, Butterworth-Heinemann.
Língua Português
Data da última atualização: 2016-06-15
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