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UBI e Universidade Federal do Amazonas aprofundam relação

  5 de janeiro de 2018  

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O reitor da universidade brasileira esteve na UBI, onde assinou um protocolo que vai abranger o ensino, investigação e captação de alunos.

A Universidade da Beira Interior (UBI) e a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), do Brasil, acordaram esta semana aprofundar relações que vão abranger o ensino, investigação e captação de alunos. O reitor do estabelecimento de Ensino Superior com sede na cidade de Manaus, Sylvio Mário Puga Ferreira, esteve na UBI para uma série de visitas e reuniões, tendo assinado um protocolo que renova uma parceria que já existia entre as duas universidades.

O convénio tem a duração de cinco anos e foi rubricado pelo Reitor da UBI, António Fidalgo, e o congénere brasileiro. As duas entidades vão desenvolver intercâmbios (corpo docente, quadros técnicos e estudantes), elaborar atividades conjuntas (ensino e investigação, ou culturais) ou participar em ações que fazem parte do dia a dia das universidade (seminários e programas académicos), entre outros.

A área da Saúde é fundamental para esta parceria, numa altura em que a UFAM está a investir na construção de um novo edifício para a Faculdade de Medicina e de um hospital universitário. Além disso, é um setor “estratégico para a Amazónia” explica Sylvio Mário Puga Ferreira, sublinhando que a UBI “é especialista nesta área”. Um estatuto que saiu reforçado no final do último ano com a entrada da UBI na lista das 500 melhores do mundo na área da saúde, de acordo com o ranking elaborado pelo Times Higher Education.

Da ligação entre as duas academias irá resultar ainda a realização de cursos em cotutela e, noutro plano, a UFAM será parceira da UBI na captação de estudantes da região da Amazónia, em todas as áreas científicas, mas, em especial, nas engenharias.

Com este protocolo, a UBI associa-se à mais antiga universidade brasileira, fundada em 1909, e onde estudam cerca 25.000 alunos, com a qual partilha algumas características: são duas instituições situadas nas regiões interiores dos seus países, mas que assumem a missão de formar estudantes provenientes de muitos outros lugares.

Para António Fidalgo, “é com muita satisfação que se fortalece o laço entre duas universidades que são do interior, com dimensões distintas, mas cuja cooperação será benéfica para ambas”. Sylvio Mário Puga Ferreira salientou que se trata de uma "ligação estratégica com uma universidade do país irmão, que permitirá o crescimento dos dois parceiros".

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Data da última atualização: 2018-01-05
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