Financiamento

Fontes de Financiamento

Nesta secção disponibilizamos uma lista de programas operacionais onde poderá obter financiamento.
 
PROGRAMAS OPERACIONAIS TEMÁTICOS NACIONAIS
CompetePOPH
 

 

PROGRAMAS OPERACIONAIS DE COOPERAÇÃO TERRITORIAL EUROPEIA
Med          Sudoe          Interreg          Atlantic
 

 

PORTUGAL2020
 Portugal 2020
 
 
 
HORIZONTE 2020
H2020
 
FCT
FCT
 
PRODER
Proder

 

COMISSÃO DE COORDENAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO CENTRO

CCDRC

Programas Internacionais

GAAPI

APRESENTAÇÃO
O GAAPI tem como missão apoiar a UBI no seu objetivo de se tornar um centro de IDT de referência nacional e internacional e na disseminação do conhecimento, através da transferência da sua oferta tecnológica ao setor empresarial, estimulando o desenvolvimento regional e o empreendedorismo.

CONTACTOS

Dina Pereira: dina@ubi.pt
Pedro Serrão: ppserrao@ubi.pt

Horizonte 2020 – o sucessor do 7º Programa Quadro

O Horizonte 2020 – Programa-Quadro de Investigação e Inovação (H2020) é o principal instrumento para financiar a investigação e a Inovação na Europa e estará em vigor de 2014 a 2020, com um orçamento global da ordem dos 79 mil milhões de euros. O H2020 pretende tornar ou manter a União Europeia na posição de líder mundial em setores-chave. Poderão participar no H2020 centros de investigação, empresas (com destaque para as PME), instituições de ensino superior e da adminis­tração pública, Organizações Não-Governamentais (ONGs) e outras entidades. Os primeiros concursos abriram a 11 de dezembro de 2013.

O H2020 está estruturado em três grandes pilares, mais outros programas de menor dimensão:

Pilar I – Excelência Científica (24,5 mil milhões de euros) – inclui o Conselho Europeu de Investigação (ERC), com 13 mil milhões de euros para apoio aos melhores investigadores do mundo inteiro para desenvolver o seu trabalho na Europa, as bolsas Marie Skłodowska-Curie com 6,1 mil milhões de euros para bolsas individuais (IF), redes de formação inicial (ITN) e redes de inter­câmbios (RISE), apoio às Tecnologias Emergentes Futuras (FET) com 2,7 mil milhões de euros para incentivar ideias novas e visionárias que abram vias pro­missoras para novas tecnologias, e apoio às Infraestruturas de Investigação (2,5 mil milhões de euros), incluindo as infraestruturas digitais, acessíveis a todos os investigadores.

Pilar II – Liderança Industrial (17 mil milhões de euros) – Inclui investimento em tecnologias-chave (KET): o ICT e as Nanotecnologias, Materiais Avançados, Processos e Fabrico Avançados e Bio­tecnologia (NMP+B), bem como um melhor acesso ao capital de risco e um forte apoio à inovação nas PME, nomeadamente através do Instrumento PME. Inclui ainda o apoio ao Espaço para investigação e inovação em aplicações GNSS (Global Navigation Satellite System), na Observação da Terra, na exploração planetária e de outros corpos celestes, no desenvolvi­mento de tecnologia espacial e na exploração científica de dados recolhidos em missões espaciais.

Pilar III – Desafios Societais (30 mil milhões de euros) – Reflete as prioridades da Estratégia Europa 2020, traduzidas em sete desafios societais: Saúde, Alterações Demográficas e Bem-estar (7,5 mil milhões de euros); Bio economia, Alimentação, Agricultura e Agua (3,9 mil milhões de euros); Energia Segura, Limpa e Eficiente (5,9 mil milhões de euros); Transportes Inteligentes, Verdes e Integrados (6,3 mil milhões de euros); Ação Climática, Ambiente, Gestão Eficiente de Recursos e Matérias-primas (3,1 mil milhões de euros); DS6, Sociedades Inclusivas, Inovadoras e Reflexivas (1,3 mil milhões de euros) e Sociedades Seguras (1,7 mil milhões de euros).

O H2020 inclui ainda o EIT, Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia, com 2,7 mil milhões de euros, que tem como objetivo a criação integrada do ciclo de inovação e conhecimento desde a educação, passando pela investigação até ao empreendedorismo e ao mercado, através das Comunidades de Inovação e Conhecimento (KIC), o EURATOM, com 2,3 mil milhões de euros, um programa de apoio à investigação da fusão e da fissão nuclear, incluindo a proteção radiológica e a segurança nuclear, e ainda um programa de apoio aos Estados Membros com menor capacidade de ID (Widening) (entre os quais Portugal), com 0,9 mil milhões de euros, e Ciência para e com a Sociedade, visando a aproximação entre cientistas e a população (0,5 mil milhões de euros).

Para mais informações contactar:
Prof. Doutor Mário Lino Barata Raposo: mraposo@ubi.pt

Dina Pereira: dina@ubi.pt
Pedro Serrão: ppserrao@ubi.pt

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COST – European Cooperation in the field of Scientific and Technical Research

O que é a COST?

A COST é o mais antigo quadro europeu de coordenação de atividades de investigação financiadas a nível nacional. Baseia-se num quadro intergovernamental de cooperação acordado numa Conferência Ministerial que teve lugar em Novembro de 1971, em Bruxelas, e que envolveu 19 países europeus. Atualmente são membros da COST 35 países europeus, mais um cooperante (Israel). As instituições de Estados não membros podem igualmente participar em Ações COST.

Qual é a missão da COST?

A COST tem como missão reforçar a investigação científica e técnica conjunta na Europa, através do apoio à cooperação e interação entre investigadores europeus, sendo considerada, a par com o Programa-Quadro de IDT e o EUREKA, um elemento chave do Espaço Europeu de Investigação (ERA). O seu objetivo é maximizar sinergias europeias e o valor acrescentado em investigação fundamental, não competitiva e pré-normativa, contribuindo para:

  • O reforço da cooperação internacional da investigação interdisciplinar pré-competitiva e pré-normativa, em vários domínios científicos e em temas interdisciplinares
  • Tornar mais eficiente o uso dos recursos em termos de conhecimento científico e de meios técnicos e financeiros existentes na Europa, reduzindo a sua fragmentação
  • Identificar novas áreas temáticas e promover atividades de acompanhamento
  • Complementar a participação dos investigadores no Programa-Quadro da UE
  • Reforçar a posição da Europa em termos da investigação científica e desenvolvimento tecnológico
  • Apoiar os jovens investigadores

Os fundos proporcionados pela COST apoiam os custos de coordenação de redes de investigação, sendo a investigação financiada a nível nacional. Atualmente estão em curso mais de 200 Ações, envolvendo cerca de 50 000 investigadores.

Quais são os países membros da COST?

Atualmente, a COST possui 35 Estados membros: Alemanha, Áustria, Bélgica, Bosnia-Herzgovina, Bulgária, Chipre, Croácia, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polónia, Portugal, República Checa, ex-República Jugoslava da Macedónia, República da Sérvia, Roménia, Reino Unido, Suécia, Suiça, Turquia e ainda Israel que tem o estatuto de estado cooperante.

Características da COST

São características da COST

  • A concertação de atividades de investigação nacionais a nível Europeu (redes)
  • A abordagem “bottom-up”, a ideia e o tema de uma Acção COST parte dos próprios investigadores
  • A participação “à la carte”, os países só participam numa dada Acção se tiverem interesse em nela participar
  • A igualdade de acesso, a participação está aberta a todos os países COST
  • Uma estrutura flexível, atendendo à fácil implementação e gestão não remunerada

Domínios Científicos

A COST desenvolve as suas atividades em 9 domínios científicos:

  • Biomedicina e Biociências Moleculares
  • Alimentação e Agricultura
  • Florestas, seus Produtos e Serviços
  • Materiais, Física e Nanociências
  • Química, Ciências e Tecnologias Moleculares
  • Ciência do Sistema Terra e Gestão Ambiental
  • Indivíduos, Sociedades, Culturas e Saúde
  • Tecnologias da Informação e Comunicação
  • Transportes e Desenvolvimento Urbano

A organização da COST

A organização da COST reflete a sua natureza intergovernamental: as decisões chave são tomadas em Conferências Ministeriais COST que têm lugar, em média, de cinco em cinco anos. O órgão decisor da COST, responsável pela supervisão e desenvolvimento estratégico da Cooperação, é o Comité de Altos Funcionários (CSO), constituído por dois representantes, no máximo, de cada país participante, um dos quais exerce as funções de Coordenador Nacional COST (CNC).

Os 9 domínios científicos acima referidos são objeto, cada um, de um Comité de Domínio, responsável pelo controlo de qualidade das Ações desse domínio (avaliação, monitorização e avaliação final), e são constituídos por um representante de cada país membro. Cada Ação COST é gerida por um Comité de Gestão, constituído por dois representantes, máximo, de cada país participante na Ação.

O Secretariado do Comité de Altos Funcionários é exercido pelo Secretariado do Conselho da UE e o Secretariado administrativo, técnico e científico dos Comités de Domínio e dos Comités de Gestão das Ações é exercido pela Fundação Europeia da Ciência (COST Office), que para o efeito firmou um contrato com a Comissão Europeia, sendo as verbas envolvidas financiadas pelo Programa Específico “Cooperação” do 7ºPQ no montante de 250 MEuros.

Para mais informações contactar:
Dina Pereira: dina@ubi.pt

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INESPO - Innovation Network Spain-Portugal

Trata-se de um Projeto com um financiamento global de cerca de um milhão de euros e que pretende dar continuidade ao Projeto INESPO, que terminou em 30 de junho de 2013.

Neste Projeto de cooperação estão envolvidos todos os Parceiros do INESPO. Além da Universidade da Beira Interior, que é líder do Projeto, está também a Universidade de Aveiro, a Universidade de Coimbra e o Conselho Empresarial do Centro/Câmara de Comércio e Indústria do Centro por parte de Portugal. Em Espanha está envolvida a Fundación General de la Universidad de Salamanca, a Fundación General de la Universidad de León y de la Empresa, a Fundación General de la Universidad de Valladolid e a Unversidad Pontificia de Salamanca.

O INESPO II tem como objetivo geral reforçar a cooperação institucional, social e empresarial transfronteiriça entre os Parceiros, enquanto agentes do Sistema Cientifico e Tecnológico das Regiões Centro de Portugal e Castela-Leão, bem como entre estes e a sociedade envolvente, incluindo empresas e potenciais empreendedores.

Para mais informações contactar:

Rui Alírio: ralirio@ubi.pt

 

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Anúncios de Candidatura

 

CANDIDATURAS A PROJETOS, PROGRAMAS, ESTÁGIOS e BOLSAS

Diversas entidades disponibilizam regularmente editais de abertura de candidaturas a projetos, programas e estágios, que podem ser consultados nos links que a seguir se apresentam:

. Calendarização de concursos FCT para 2016. aqui

 

. Concurso para atribuição de Bolsas Individuais de Doutoramento, Doutoramento em Empresas e Pós-Doutoramento – 2015 .Bolsas de Mobilidade Luso-Brasileiras e Ibero-Americanas 2015

+ info no Portal: www.becas-santander.com

 

NOVIDADES FCT

. Calls Abertas Há neste momento 61 convite(s) para apresentação de propostas ao Horizonte 2020, cujo conteúdo pode ser consultado nesta página.

. Ações Cost – Concurso aberto Os concursos COST, para ações em todos os domínios de Ciência e  Tecnologia, estão abertos em permanência .

+ info aqui Vídeo de ajuda aqui

 

. A Estratégia Nacional para uma Especialização InteligenteUnião da Inovação e a nova Política Europeia de Coesão, no quadro da preparação do próximo período de programação financeira 2014-2020, exigem dos Estados-Membros um planeamento estratégico e programático a múltiplos níveis. Neste planeamento inclui-se a formulação de uma Estratégia de Investigação e Inovação para uma Especialização Inteligente, condição prévia para a utilização dos Fundos Estruturais, e função central na programação para a componente do Crescimento Inteligente. A visão para 2020 da é a que ‘Portugal deve consolidar ou fazer emergir a sua liderança na economia verde, na economia digital, e na economia azul através da utilização e desenvolvimento das vantagens adquiridas em tecnologias de informação e de comunicação e em novos materiais, e da exploração sustentável dos recursos endógenos nomeadamente do mar, florestais e minerais. Enfâse será dado aos grandes desafios societais como as alterações climáticas, para mitigação dos riscos, a biodiversidade, a água, e o envelhecimento.’ A visão assenta em quatro pilares fundamentais: 1. Economia Digital 2. Portugal país de ciência e de criatividade 3. Intensificar a capacidade tecnológica da Indústria 4. Valorizar os recursos endógenos diferenciadores + info: http://www.fct.pt/esp_inteligente/index.phtml.pt

. Estratégia de I&I 2014-2020 Os princípios de programação que ratificam a política de Investigação e Inovação para o período 2014-2020 estão descritos no Acordo de Parceria (Portugal 2020) adotado entre Portugal e a Comissão Europeia. A Estratégia de Investigação e Inovação para uma Especialização Inteligente é crucial para o financiamento público da investigação e inovação em Portugal por se constituir como condicionalidade ex ante do Acordo de Parceria para as prioridades de investimento em investigação e inovação. Trata-se de uma estratégia multi-nível onde a Estratégia Nacional de Investigação e Inovação (ENEI) compreende os desafios nacionais e o seu alinhamento com as sete estratégias regionais. + info: http://www.fct.pt/suporte-politicas-IeD/estrategia2020/index.phtml.pt

PORTUGAL 2020

. Programas Operacionais Portugal 2020 O Portugal 2020 é operacionalizado através de 16 Programas Operacionais a que acrescem os Programas de Cooperação Territorial nos quais Portugal participará a par com outros Estados membros. + info: aquiAtualização de informação

. Portugal 2020Acordo de Parceria 2014-2020

. Centro 2020 – concursos abertos - + info aqui

. M-Era.Net M-ERA.NET is an EU funded network which has been established to support and increase the coordination of European research programmes and related funding in materials science and engineering. Between 2012 and 2016, the M-ERA.NET consortium will contribute to the restructuring of the European Research Area (ERA) by operating as a single innovative and flexible network of funding organisations.

. Concurso Nacional de Inovação 2015 promovido pelo NOVO BANCO A edição 2015 do NOVO BANCO Concurso Nacional de Inovação já arrancou com o intuito de, mais uma vez, premiar e divulgar projetos de investigação, desenvolvimento e inovação em áreas de aplicação ligadas aos recursos endógenos do País e dirigidos à melhoria de produtos, processos ou serviços. Submissão de Candidaturas até 30 de junho. + info aqui

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