Economia


elaboração e avaliação de projectos (6200)

Unidade Curricular de Licenciatura: Economia

Ano / Semestre 2 / S2
ECTS 6
Carga Horária TP(64H)
Tipo de Unidade Curricular Opcional
Tipo de Ensino Teórico-Prático
Área Científica Economia
Língua Português


Estágios Não aplicável

José Alberto Serra Ferreira Rodrigues Fuinhas
Regente

Objetivos Gerais

A unidade curricular Elaboração e Avaliação de Projectos visa dotar os alunos das técnicas e instrumentos utilizados na concepção, avaliação e gestão de projectos de investimento e capacitar os alunos para a tomada de decisões operacionais e de investimento.

Resultados da Aprendizagem

A unidade curricular tem como objectivos específicos: 1. Dotar os alunos do conhecimento do estado da arte da avaliação de projectos. 2. Dotar os alunos de uma perspectiva consistente do processo de concepção, análise, avaliação e gestão de projectos de investimento. 3. Capacitar os alunos para elaborarem um discurso económico e financeiro coerente. 4. Capacitar os alunos para a detecção de oportunidades de investimento e sua implementação. 5. Capacitar os alunos para a tomada de decisão económica e financeira. 6. Dotar os alunos de ferramentas, instrumentos e técnicas de avaliação financeira de activos reais. 7. Capacitar os alunos para apresentarem candidaturas aos sistemas de incentivos ao investimento.

Conteúdos / Programa

PROGRAMA 1 – AVALIAÇÃO FINANCEIRA DE PROJECTOS 1.1 – O conceito de projecto de investimento 1.2 – Fases dos projectos 1.3 – Estudos de viabilidade do projecto 1.3.1 – Estudos de mercado 1.3.2 – Estudos de localização 1.3.3 – Estudos técnicos 1.3.4 – Estudos de dimensão 1.3.5 – Estudos de enquadramento jurídico e financeiro 1.3.6 – Análise estratégica 1.4 – Estruturação da informação previsional 1.4.1 – Plano de investimento 1.4.2 – Plano de exploração 1.4.3 – Plano de financiamento 1.5 – Critérios e métodos de avaliação de projectos 1.5.1 – Critérios de avaliação baseados em elementos contabilísticos 1.5.2 – Critérios de avaliação baseados no cash flow 1.5.2.1 – O valor actualizado líquido (VAL) 1.5.2.2 – O valor actualizado líquido ajustado (VALA) 1.5.2.3 – A taxa interna de rendibilidade (TIR) 1.5.2.4 – A taxa interna de rendibilidade integrada (TIRI) 1.5.2.5 – O período de recuperação (payback) 1.5.2.6 – O critério da anuidade 1.6 – Selecção de projectos 1.6.1 – Selecção de projectos mutuamente exclusivos 1.6.2 – Selecção de projectos de substituição 1.6.3 – Selecção de projectos de modernização e inovação tecnológica 1.6.4 – Selecção de projectos sob restrições financeiras 1.7 – Análise do risco e da incerteza 1.7.1 – A problemática da quantificação do risco 1.7.2 – Análise de sensibilidade 1.7.3 – Análise do período de recuperação 1.7.4 – Análise do risco por métodos probabilísticos 1.8 – Auditoria de projectos 1.9 – Avaliação ex post de projectos 1.10 – Sistemas de incentivos ao investimento 1.11 – Avaliação de projectos com base na teoria das opções reais 2 – AVALIAÇÃO ECONÓMICA DE PROJECTOS 2.1 – Critérios e métodos de avaliação económica 2.1.1 – Critérios elementares de determinação dos efeitos 2.1.2 – Critérios abrangentes de determinação dos efeitos 2.2 – Análise benefício/custo 2.2.1 – Critérios de rendibilidade 2.2.2 – Metodologia e critérios de conversão dos preços 2.2.3 – Metodologia de determinação dos factores de conversão 2.2.4 – Aspectos práticos de valoração dos custos e benefícios 3 – GESTÃO DE PROJECTOS 3.1 – Planeamento do projecto 3.1.1 – Redes PERT/CPM 3.1.2 – O planeamento do tempo de execução 3.1.3 – Gestão dos recursos físicos 3.1.4 – Planeamento dos recursos financeiros 3.2 – Implementação do projecto 3.2.1 – A organização do projecto 3.2.2 – Gestão do projecto 3.3 – Controlo do projecto 3.3.1 – O controlo do tempo 3.3.2 – O controlo do custo 3.3.3 – O controlo da qualidade e do risco 3.4 – Conclusão do projecto

Bibliografia / Fontes de Informação

BIBLIOGRAFIA PRINCIPAL Barros, Carlos, Gestão de Projectos, Lisboa, Edições Sílabo, 1994. Cebola, António, Projectos de Investimento de Pequenas e Médias Empresas: Elaboração e Análise, Lisboa, Edições Sílabo, 2011. Marques, Albertino, Concepção e Análise de Projectos de Investimento, Lisboa, Edições Sílabo, 1998. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Abecassis, Fernando e Cabral, Nuno, Análise Económica e Financeira de Projectos, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1982. Barros, Carlos, Decisões de Investimento e Financiamento de Projectos, 3.ª ed., Lisboa, Edições Sílabo, 1995. Blank, Leland T. e Tarquin, Anthony J., Engineering Economy, 3.ª ed., «Industrial Engineering Series», McGraw-Hill International Editions, 1989. Brand, Jaime Pereña, Direcção e Gestão de Projectos, «Biblioteca da Indústria», 2.ª ed., Lisboa, LIDEL – Edições Técnicas, 1998 (tradução para a língua portuguesa de Direccion y Gestion de Proyectos). Cebola, António, Elaboração e Análise de Projectos de Investimento – Casos Práticos, Lisboa, Edições Sílabo, 2000. Lewis, James P., Manual Prático da Gestão de Projectos: Guia de planificação, programação e controlo de projectos, Edições Cetop, 1999 (tradução para a língua portuguesa de Project Planning, Scheduling & Control). Menezes, H. Caldeira, Princípios de Gestão Financeira, 4.ª ed., Lisboa, Editorial Presença, 1993. Porfírio, José António, Couto, Gualter e Lopes, Manuel Mouta, Avaliação de Projectos: Da Análise Tradicional às Opções Reais, Lisboa, Publisher Team, 2004. Soares, João Oliveira, Fernandes, Artur Viana, Março, Américo André e Marques, João Pedro P., Avaliação de Projectos de Investimento na Óptica Empresarial, Lisboa, Edições Sílabo, 1999. SÍTIOS NA INTERNET Bplans: www.bplans.com IAPMEI: http://www.iapmei.pt

Actividades de Ensino-aprendizagem e metodologias pedagógicas

MÉTODOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM 1. A aprendizagem do ensino ministrado é efectuada em função dos objectivos e competências a adquirir pretendendo-se que o aluno adquira comportamentos, assimile conhecimentos e desenvolva capacidades. 2. O ensino teórico-prático destina-se a proporcionar aos alunos a aprendizagem compreensiva dos factos, conceitos e princípios, bem como, simultaneamente, a aprendizagem de métodos, processos e técnicas de aplicação da compreensão desses factos, conceitos e princípios. 3. As aulas teórico-práticas apoiam-se num conjunto de textos e exercícios e procuram promover a discussão de temas relacionados com a avaliação de projectos e o aperfeiçoamento da capacidade de argumentação dos alunos. 4. O acompanhamento tutorial tem por objectivo proceder à orientação e ao acompanhamento do trabalho específico de cada um dos alunos. 5. O método de exposição e de estudo dos textos e a resolução de exercícios procura: 1) desenvolver a capacidade de abstracção; 2) estimular a compreensão da avaliação económica e financeira de projectos; 3) identificar a pertinência das hipóteses e dos métodos de avaliação económica e financeira de projectos utilizados; 4) revelar as conclusões da avaliação económica e financeira de projectos e a sua importância para a tomada de decisão económica e financeira; 5) estimular a confrontação das conclusões de diferentes análises sobre o mesmo problema de avaliação económica e financeira de projectos; e 6) dar uma perspectiva global da avaliação económica e financeira de projectos.

Métodos e Critérios de Avaliação

Ensino aprendizagem: 1. A avaliação do ensino-aprendizagem será periódica. 2. A avaliação ensino-aprendizagem consiste: 1) numa prova de avaliação escrita e na apresentação e defesa de um projecto de investimento; ou 2) de duas provas de avaliação escritas. 3. A primeira prova de avaliação escrita incidirá sobre a matéria de avaliação financeira de projectos constante do programa da unidade curricular. 4. A segunda prova de avaliação escrita incidirá sobre a matéria de avaliação económica de projectos e gestão de projectos constante do programa da unidade curricular. 5. As provas de avaliação escrita terão uma classificação de zero a vinte valores. 6. O projecto de investimento deve ser elaborado no decurso do semestre lectivo. 7. O projecto de investimento deverá incluir: 1) a avaliação financeira; 2) a avaliação económica; e 3) a gestão do projecto. 8. A apresentação e a defesa do projecto de investimento terão uma duração máxima de uma hora. 9. A apresentação dos projectos de investimento não poderá durar mais de vinte minutos. 10. Não é permitida a consulta de documentação escrita no decurso das provas de avaliação escritas. 11. Nas defesas dos projectos de investimento é permitida a consulta de documentação escrita. 12. Não é permitido o uso de telecomunicações no decurso das defesas dos projectos de investimento. 13. A defesa do projecto de investimento será individual e terá uma classificação de zero a vinte valores. 14. A classificação ensino-aprendizagem corresponde: 1) à média aritmética, arredondada para as unidades, das classificações da prova escrita e da defesa do projecto de investimento; ou 2) à média aritmética, arredondada para as unidades, das classificações das provas escritas. 15. Obtém aprovação na unidade curricular os alunos que obtenham uma classificação ensino-aprendizagem igual ou superior a 10 (dez) valores. 16. É concedida frequência a todos os alunos regularmente matriculados na unidade curricular que obtenham uma classificação igual ou superior a 6 (seis) valores no ensino-aprendizagem. 17. Em tudo o que for omisso, a concessão de frequência obedece às regras gerais de avaliação de conhecimentos em vigor na UBI. 18. Compete, exclusivamente, ao docente a fixação das datas e horas de defesa dos projectos de investimento. 19. A primeira prova de avaliação escrita está prevista para o dia 8 de Maio de 2014, às 16:00. 20. A segunda prova de avaliação escrita está prevista para o dia 12 de Junho de 2013, às 16:00. Exames: 1. A todos os alunos que tenham obtido frequência ou aprovação na unidade curricular é permitida a realização das provas de exame. 2. É obrigatória a apresentação e a discussão de um projecto de investimento. 3. Os exames são orais e têm a duração máxima de uma hora. 4. A apresentação do projecto não poderá durar mais de vinte minutos. 5. Não é permitida a consulta de documentação escrita no decurso dos exames. 6. A classificação final da unidade curricular corresponderá à média aritmética das classificações ensino-aprendizagem e exame.

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