FAQs

Não. Só podem inscrever-se para a realização da prova os indivíduos que completem 23 anos até ao dia 31 de Dezembro do ano que antecede a realização das provas.

Não existe qualquer limitação pela habilitação escolar. Pode candidatar-se sendo detentor de qualquer escolaridade desde que não seja titular da habilitação de acesso ao ensino superior (é titular da habilitação de acesso se tiver realizado e obtido aprovação nas provas de ingresso fixadas para o curso superior no qual pretende ingressar).

A candidatura é apresentada presencialmente nos Serviços Académicos e instruída com os seguintes documentos:

         - Boletim de inscrição devidamente preenchido;

         - Cópia simples do cartão de identificação (bilhete de identidade; cartão de cidadão, passaporte, etc.);

         - Currículo escolar e profissional;

         - Certidão da última habilitação de que é titular (original ou cópia autenticada);

         - Certidões, diplomas relatórios, obras de que seja autor ou outros que considere pertinente.

Os prazos para apresentação da candidatura são fixados anualmente por Despacho Reitoral e são disponibilizados no Balcão Virtual.

A prova para maiores de 23 anos integra as seguintes componentes:

         - Avaliação curricular;

         - Entrevista;

         - Prova de avaliação de conhecimentos

A prova é composta por uma parte de conhecimentos gerais, com uma ponderação de 40% e uma ou mais partes de natureza vocacional, todas só com parte escrita, e uma única chamada.

Os conteúdos programáticos quer da parte de conhecimentos gerais quer da parte de natureza vocacional estão disponíveis no Balcão Virtual.

A nota final é o resultado da avaliação curricular com uma ponderação de 35%, da entrevista com uma ponderação de 20% e da classificação da prova de avaliação de conhecimentos, com uma ponderação de 45%.

Sim, pode consultar qualquer das componentes da prova de avaliação de conhecimentos no período próprio para o efeito. O calendário e o extrato da tabela de taxas e emolumentos referente a esta consulta está disponível no Balcão Virtual na secção "Maiores de 23 anos".

Sim. É possível num período de 3 anos melhorar por uma única vez a prova de maiores de 23 anos.

Se é titular das provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 23 anos, pode concorrer à matrícula e inscrição no ensino superior através de um Concurso Especial a realizar no estabelecimento de ensino superior onde realizou as provas e onde pretende ingressar, nos prazos que legalmente forem fixados para o efeito, satisfazendo as condições e critérios de seriação fixados pelo estabelecimento de ensino superior e satisfazer os pré-requisitos, quando exigidos.

Sim, A aprovação nas provas é válida para a candidatura à matrícula e inscrição no ensino superior no ano da aprovação, e nos três anos subsequentes.

A candidatura é apresentada presencialmente nos Serviços Académicos e instruída com os seguintes documentos:

- Boletim de inscrição devidamente preenchido;

- Cópia simples do cartão de identificação (bilhete de identidade; cartão de cidadão, passaporte, etc.);

- Certidão de conclusão do grau licenciado com indicação da classificação final;

- Certidões de graus de mestre ou de doutor, caso aplicável;

- Documento oficial com as classificações das provas de ingresso ao ensino superior de biologia e geologia, física e química e matemática ou os exames nacionais de biologia, química e matemática, em conjunto ou separadamente de forma a perfazer as três provas de ingresso;

- Declaração de contagem de tempo de serviço em instituições de saúde e/ou áreas clínicas

- Pré-requisito do grupo A

Sim, o requisito para esta candidatura é possuir o grau licenciado independentemente da área do mesmo.

Sim. No entanto, caso não tenha reconhecimento ou equivalência do seu grau em Portugal, deve apresentar no ato da candidatura:

- Certidão de conclusão do grau licenciado, Carta de Curso ou Diploma com indicação da classificação final com apostilha de Haia ou visada pelo Consulado de Portugal no país onde obteve o seu grau;

Sim. No entanto terá que apresentar, no momento da candidatura, a Certidão correspondente ao grau Licenciado (frequentemente designada de Certidão de estudos básicos).

Os prazos para apresentação da candidatura são fixados anualmente por Despacho Reitoral e são disponibilizados no Balcão Virtual.

As vagas para este concurso são definidas anualmente por Despacho Reitoral e são disponibilizadas no Balcão Virtual.

A prova de conhecimentos para este concurso contempla duas componentes:

- Prova de aptidões cognitivas de natureza escrita, realizada em português, que avaliará as seguintes aptidões: raciocínio numérico, raciocínio verbal e raciocínio abstrato;

- Prova de conhecimentos de língua inglesa que avaliará o nível de compreensão da língua quer oral quer escrito.

As provas de conhecimentos realizam-se numa única chamada em data definida no calendário do concurso que se encontra disponível no Balcão Virtual.

A nota de candidatura para este concurso traduz-se na seguinte fórmula:

X = 0,05 x A + 0,25 x B + 0,05 x C + 0,05 x D + 0,20 x E + 0,40 x F

Em que:

X = Nota de candidatura, calculada às décimas.

A - Idade

B - Habilitação Base

C – Percurso Académico

D – Percurso profissional

E – Formação específica

F – Provas de conhecimentos

Pode consultar com mais detalhe no Despacho n.º 2015/R/14

A candidatura oficiosa é um processo interno dos Serviços não sendo necessário qualquer intervenção do candidato. Nesta fase são considerados como candidatos efetivos os candidatos com classificação positiva na prova de conhecimentos de língua inglesa.

O concurso especial de acesso para Medicina habilita ao 1.º ano curricular do ciclo de estudos integrado conducente ao grau mestre de Medicina no entanto, em caso de colocação, pode apresentar pedido de creditação de formação escolar anterior no momento da sua matrícula/inscrição.

O ingresso em cada instituição e curso de ensino superior está sujeito a limitações quantitativas, decorrentes do número de vagas fixado anualmente.

O preenchimento das vagas em cada instituição e curso de ensino superior é feito por concurso.

As vagas das instituições de ensino superior público são colocadas a concurso através de um concurso nacional organizado pela Direção-Geral do Ensino Superior.

As vagas para alguns cursos do ensino superior público, dadas as características específicas destes, são colocadas a concurso através de concursos locais, organizados pelas próprias instituições.

/NR/rdonlyres/03AFCDA5-2277-4050-A868-4EA40EED1ADF/0/icon_eg.jpg

Por exemplo:

 

  • Curso superior de Teatro (Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa);
  • Cursos superiores militares (Academia Militar, Escola Naval, Academia da Força Aérea);
  • Ciências Policiais (Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna).
   

 

As vagas das instituições de ensino superior privado e Universidade Católica Portuguesa são colocadas a concurso através de concursos institucionais, isto é, de concursos organizados por cada instituição e limitados aos cursos que ministram.

Direcção Geral do Ensino Superior

As vagas para cada curso em cada instituição de ensino superior são fixadas anualmente pelas próprias instituições, tendo em consideração os recursos de cada uma e subordinadas às orientações gerais estabelecidas pelo Ministro da Educação e Ciência, e divulgadas antes do início da candidatura pela Direção-Geral do Ensino Superior no seu sítio da Internet através do Guia da Candidatura ao Ensino Superior Público e do Guia da Candidatura ao Ensino Superior Privado e Universidade Católica Portuguesa.

Direcção Geral do Ensino Superior

Na candidatura ao ensino superior público através do concurso nacional, cada estudante pode concorrer a um máximo de seis pares instituição/curso, isto é, a seis combinações de instituição/curso, que indicará por ordem de preferência.

Direcção Geral do Ensino Superior

A candidatura ao concurso nacional de acesso de 2013 é apresentada através do sistema online, no portal da Direção-Geral do Ensino Superior: www.dges.mctes.pt.

Assim, os estudantes que pretenderem candidatar-se ao ensino superior público devem pedir a senha de acesso ao sistema de candidatura online, referida na alínea e) do n.º 12 deste Guia, e apresentar o recibo do pedido de atribuição de senha na escola secundária onde se inscrevem para os exames nacionais, juntamente com o respetivo boletim de inscrição nos exames.

/NR/rdonlyres/2B4356EC-D277-4B21-B68E-FB2F6BA173A4/0/icon_info.jpg

 

A senha de acesso atribuída em anos anteriores não permite a apresentação da candidatura em  2013.

 

 

O pedido de atribuição de senha é efetuado no portal da Direção-Geral do Ensino Superior – em www.dges.mctes.pt –, devendo o estudante seguir todos os procedimentos indicados, de modo a que possa imprimir, assinar e entregar o recibo do pedido na escola secundária que indicou para validação.

Caso o estudante seja menor, o recibo do pedido deve ser assinado pelo encarregado de educação ou por quem demonstre exercer o poder paternal ou tutelar.

Para os recibos dos pedidos apresentados nas escolas durante as inscrições para a 1.ª fase dos exames nacionais as senhas de acesso serão enviadas no mês de maio para os endereços de correio eletrónico fornecidos pelos estudantes no pedido de atribuição de senha. A partir dessa data será também possível apresentar o recibo do pedido de atribuição de senha para acesso ao sistema de candidatura online, para validação, nos gabinetes de acesso ao ensino superior existentes em todos os distritos, indicados no Anexo II.

O pedido de atribuição de senha para acesso ao sistema de candidatura online deve ser feito, preferencialmente, durante o período de inscrição para a 1.ª fase dos exames nacionais e entregue na escola secundária juntamente com o boletim de inscrição. Contudo, o pedido poderá ainda ser feito até ao final do prazo de candidatura a cada fase do concurso.

Uma vez atribuída a senha para acesso ao sistema de candidatura online, o candidato pode utilizar a mesma senha em qualquer das fases da candidatura.

Na 1.ª fase do concurso existem contingentes especiais de vagas destinados a: candidatos oriundos das regiões autónomas dos Açores e da Madeira, candidatos emigrantes portugueses e seus familiares, candidatos que se encontrem a prestar serviço militar efetivo no regime de contrato e candidatos portadores de deficiência física ou sensorial. Os estudantes que pretendam beneficiar dos contingentes especiais deverão concorrer na 1.ª fase de candidatura, uma vez que na 2.ª fase e na 3.ª fase de candidatura há um único contingente.

Os estudantes que não reúnam as condições de apresentação à 1.ª fase da candidatura apenas podem apresentar-se à 2.ª fase da candidatura e/ou à 3.ª fase.

Prazos de candidatura

 

1.ª fase do concurso: 17 de julho a 9 de agosto.

2.ª fase do concurso: 9 a 20 de setembro.

3.ª fase do concurso: 26 de setembro a 4 de outubro.

   
 

 

Os estudantes podem alterar livremente as suas opções de candidatura dentro do prazo em que decorre a apresentação da mesma.

Sempre que o resultado da reapreciação ou da reclamação de uma classificação de um exame nacional do ensino secundário só seja conhecido após o fim do prazo da candidatura e dele resulte uma alteração da classificação do exame, é possível, até 3 dias úteis após a respetiva divulgação:

a)A alteração das opções de candidatura, pelos candidatos que já a tenham apresentado;

b)A apresentação da candidatura, pelos estudantes que só então reúnam condições para o fazer.

/NR/rdonlyres/2B4356EC-D277-4B21-B68E-FB2F6BA173A4/0/icon_info.jpg

 

A classificação resultante do processo de reapreciação ou de reclamação produz sempre efeitos na candidatura apresentada.

Assim, o estudante, se não pretender alterar as opções que tenha previamente indicado, não necessita de realizar qualquer procedimento, sendo as classificações comunicadas oficiosamente pela escola.

Direcção Geral do Ensino Superior

Os pré-requisitos são condições de natureza física, funcional ou vocacional que assumem particular relevância para acesso a determinados cursos do ensino superior.

Compete a cada instituição de ensino superior decidir se a candidatura a algum dos seus cursos deverá estar sujeita à satisfação de pré-requisitos e fixar o seu conteúdo.

Os pré-requisitos podem, consoante a sua natureza, ser eliminatórios, destinar-se à seleção e seriação ou apenas à seriação dos candidatos.

/NR/rdonlyres/03AFCDA5-2277-4050-A868-4EA40EED1ADF/0/icon_eg.jpg

1.º Exemplo:

 

A candidatura a alguns cursos na área de Educação Física/Desporto está sujeita à satisfação de pré-requisitos.

Um estudante que não comprove a satisfação dos pré-requisitos não pode candidatar-se a esse curso.

   

 

/NR/rdonlyres/03AFCDA5-2277-4050-A868-4EA40EED1ADF/0/icon_eg.jpg

2.º Exemplo:

 

A candidatura a alguns cursos de Professores do Ensino Básico, variante de Educação Musical está sujeita à comprovação de pré-requisitos que consistem na realização de provas de aptidão musical.

A classificação destas provas será expressa num valor numérico, convertível para a escala de 0 a 200.

Se a instituição tiver definido que esta classificação tem um peso de 15% na nota de candidatura,

se o estudante obtiver a classificação de 13,5 valores naquela prova, começará por converter esta classificação na escala de 0 a 200, multiplicando-a por 10:

13,5 X 10 = 135

e multiplicará este resultado pelo peso de 15% acima referido:

135 X 0,15 = 20,25

Este valor (20,25) será adicionado aos valores das restantes componentes da nota de candidatura (classificação final do ensino secundário e prova(s) de ingresso).

Direcção Geral do Ensino Superior

Para saber se a candidatura a um determinado curso numa determinada instituição de ensino superior está sujeita à satisfação ou realização de pré-requisitos deve consultar a instituição de ensino superior.

Pode ainda ser consultado o mapa de correspondências entre pré-requisitos

  • nos gabinetes de acesso ao ensino superior indicados no Anexo II
  • no portal da Direção-Geral do Ensino Superior: www.dges.mctes.pt.

 

A inscrição para a realização dos pré-requisitos decorre de 22 de fevereiro a 15 de março de 2013

nas instituições de ensino superior.

A avaliação/realização dos pré-requisitos decorre de 8 de abril a 10 de maio de 2013.

A satisfação dos pré-requisitos que exigem a realização de provas de aptidão física, funcional ou vocacional é certificada através da Ficha Pré-Requisitos 2013, emitida pela instituição onde foram realizadas as provas e assinalada no formulário de candidatura online.

Encontram-se na situação indicada no parágrafo acima os pré-requisitos dos Grupos C, G, I, K, M, P, R, V, Y e Z.

A satisfação dos pré-requisitos que não exijam provas de aptidão física, funcional ou vocacional e que sejam de comprovação meramente documental, são entregues pelos candidatos no ato da matrícula e inscrição no ensino superior, no par instituição/curso que os exige, caso ali venham a obter colocação, sendo condição indispensável para a realização da matrícula e inscrição.

Encontram-se na situação indicada no parágrafo anterior os pré-requisitos dos Grupos A, B, D, E, F, Q, U e X.

Direcção Geral do Ensino Superior

A ordenação dos candidatos a cada curso de cada instituição de ensino superior é feita pela ordem decrescente de uma nota de candidatura, calculada utilizando as seguintes classificações:

Classificação final do ensino secundário                                       com um peso não inferior a 50%

Classificação das provas de ingresso                                              com um peso não inferior a 35%

Classificação dos pré-requisitos de seriação, quando exigidos com um peso não superior a 15%

 

Para os estudantes que realizaram o seu ensino secundário em dois ciclos de estudos (10.º e 11.º anos e 12.º ano) o peso fixado para a classificação final distribui-se da seguinte forma:

Classificação final dos 10.º e 11.º anos de escolaridade            60%

(ou classificação final dos 1.º e 2.º anos do curso complementar noturno)

Classificação final do 12.º ano de escolaridade                           40%

 

Para efeitos de acesso ao ensino superior a classificação final do curso do ensino secundário é calculada segundo o disposto no ponto 2.3, até às décimas, sem arredondamento, e convertida para a escala de 0 a 200.

Se o acesso ao curso exige a realização de exames em duas provas de ingresso, cada uma terá o peso de 50%, em relação ao peso total das provas de ingresso, nessa instituição, salvo se a instituição de ensino superior definir diferente distribuição do peso atribuído a essa componente.

Para efeitos de acesso ao ensino superior, as classificações dos exames nacionais do ensino secundário como provas de ingresso são utilizadas sem arredondamento. Assim, se o júri atribuiu a um exame 124 pontos:

a)A classificação do exame, para efeitos de cálculo da classificação final no ensino secundário, é de 12 valores;

b)A classificação do exame, para efeitos de utilização como prova de ingresso, é de 124 pontos.

 

Alguns exemplos:

/NR/rdonlyres/03AFCDA5-2277-4050-A868-4EA40EED1ADF/0/icon_eg.jpg

1.º Exemplo:

 


Estudante titular do curso científico-humanístico do ensino secundário

Concorre a uma instituição/curso que atribui o peso de 60% à classificação final do ensino secundário e 40% à classificação das provas de ingresso.

Realizou em 2011 ou 2012 ou 2013 os exames nacionais, ”X” e “Y”, correspondentes às provas de ingresso exigidas por essa instituição.

Classificações:

Classificação final do curso do ensino secundário (10º/12.º anos)........................ 14,6 valores

Classificação do exame nacional da disciplina “X”....................................................... 172 pontos

Classificação do exame nacional da disciplina “Y”....................................................... 175 pontos

Começa-se por converter as classificações obtidas na escala de 0 a 20 em classificações na escala de 0 a 200, multiplicando-se por 10. Assim:

Classificação final do curso do ensino secundário (10º/12.º anos)..... 14,6 x 10 = 146 pontos

Seguidamente multiplica-se cada uma das componentes pelo respetivo peso e procede-se à soma dos resultados obtidos:

Classificação final do curso do ensino secundário (10º/12.º anos).... 146 X 0,6 = 87,6 pontos

Classificação do exame nacional da disciplina “X”................................. 172 X 0,2 = 34,4 pontos

Classificação do exame nacional da disciplina “Y”.................................. 175 X 0,2 = 35,0 pontos

e calcula-se o respetivo total............................................................................................... 157,0 pontos

Este estudante tem 157,0 pontos como nota de candidatura a esse curso, nessa instituição.




 

 

/NR/rdonlyres/03AFCDA5-2277-4050-A868-4EA40EED1ADF/0/icon_eg.jpg

2.º Exemplo:

 


Um estudante titular da área D do 10.º/11.º ano e do 3.º curso do 12.º ano da via de ensino

Concorre a uma instituição/curso que atribui o peso de 50% à classificação final do ensino secundário e 50% à classificação das provas de ingresso.

Realizou 2011 ou 2012 ou 2013 os exames nacionais, ”X” e “Y”, correspondentes às provas de ingresso exigidas por essa instituição.

Classificações:

Classificação final do curso da área D do 10º/11º anos............................................ 13,0 valores

Classificação final do 3º curso da via de ensino do 12.º ano.................................... 15,0 valores

Classificação do exame nacional da disciplina “X”........................................................ 138 pontos

Classificação do exame nacional da disciplina “Y”  ......................................................  142 pontos

Começa-se por converter as classificações obtidas na escala de 0 a 20 em classificações na escala de 0 a 200, multiplicando-se por 10. Assim:

Classificação final do curso da área D do 10º/11º anos......................... 13,0 X 10 = 130 pontos

Classificação final do 3º curso da via de ensino do 12.º ano................. 15,0 X 10 = 150 pontos

Seguidamente multiplica-se cada uma das componentes pelo respetivo peso:

Classificação final do curso da área D do 10º/11º ano.......................... 130 X 0,3 = 39,0 pontos

Classificação final do 3º curso do 12.º ano.............................................. 150 X 0,2 = 30,0 pontos

Classificação do exame nacional da disciplina “X”................................ 138 X 0,25 = 34,5 pontos

Classificação do exame nacional da disciplina “Y”................................ 142 X 0,25 = 35,5 pontos

e calcula-se o respetivo total............................................................................................... 139,0 pontos

Este estudante tem 139,0 pontos como nota de candidatura a esse curso, nessa instituição.




 

/NR/rdonlyres/03AFCDA5-2277-4050-A868-4EA40EED1ADF/0/icon_eg.jpg

3.º Exemplo:

 


Um estudante titular de um curso profissional (10º/12.º anos)

Concorre a uma instituição/curso que atribui o peso de 50% à classificação final do ensino secundário e 50% à classificação das provas de ingresso.

Realizou 2011 ou 2012 ou 2013 o exame nacional, “X”, correspondente à prova de ingresso exigida por essa instituição.

Classificações:

Classificação final do curso profissional ......................................................................  12,3 valores

Classificação do exame nacional da disciplina “X” ........................................................ 185 pontos

Começa-se por converter as classificações obtidas na escala de 0 a 20 em classificações na escala de 0 a 200, multiplicando-se por 10. Assim:

Classificação final do curso profissional.................................................... 12,3 X 10 = 123 pontos

Seguidamente multiplica-se cada uma das componentes pelo respetivo peso:

Classificação final do curso profissional................................................... 123 X 0,5 = 61,5 pontos

Classificação da prova de ingresso da disciplina “X”.............................. 185 X 0,5 = 92,5 pontos

e calcula-se o respetivo total............................................................................................... 154,0 pontos

Este estudante tem 154,0 pontos como nota de candidatura a esse curso, nessa instituição.

Direcção Geral do Ensino Superior

As instituições de ensino superior exigem uma classificação mínima na nota de candidatura. Só podem concorrer a um determinado par instituição/curso os estudantes cuja nota de candidatura a esse par seja igual ou superior a esse mínimo.

As classificações mínimas na nota de candidatura que vierem a ser exigidas para acesso a cada par instituição/curso são divulgadas no Guia da Candidatura ao Ensino Superior Público e no Guia da Candidatura ao Ensino Superior Privado e Universidade Católica Portuguesa, referidos no n.º 28.

A exigência de classificação mínima na nota de candidatura é independente da exigência de um mínimo na classificação das provas de ingresso.

Direcção Geral do Ensino Superior

O regime de acesso ao ensino superior legalmente fixado aplica-se igualmente ao ensino superior público e ao ensino superior privado.

Os estudantes que pretendam ingressar num curso de uma instituição de ensino superior privado estão, pois, sujeitos às mesmas regras a que estão sujeitos os candidatos ao ensino superior público.

As vagas são igualmente fixadas anualmente pelas próprias instituições, tendo em consideração os recursos de cada uma, e divulgadas antes do início da candidatura pela Direção-Geral do Ensino Superior.

O preenchimento das vagas aprovadas está sujeito a um concurso institucional, isto é, a um concurso organizado por cada instituição de ensino superior privado.

/NR/rdonlyres/2B4356EC-D277-4B21-B68E-FB2F6BA173A4/0/icon_info.jpg

 

Antes de se inscrever num curso de uma instituição de ensino superior privado, consulte o sítio da Internet ou contacte a Direção-Geral do Ensino Superior para saber qual a situação legal da instituição e curso.

Direcção Geral do Ensino Superior

Para obter informações sobre o ensino secundário, o ensino superior e o acesso ao ensino superior pode dirigir-se:

  • Ao Centro de Informação e Relações Públicas do Ministério da Educação e Ciência

                        Av. 5 de Outubro, 107, R/C, 1069-081 Lisboa     

                        Telefone: 21 781 16 90                        

                        Fax: 21 797 80 20

                        E-mail: cirep@sec-geral.mec.pt

                        Av. 24 de Julho, 140-6.º, 1399-025 Lisboa

                        Telefone: 21 393 45 00                        

                        Fax: 21 393 45 52

                        Sítio de Internet: www.dgidc.min-edu.pt/jurinacionalexames/

  • À Direção-Geral do Ensino Superior - Direção de Serviços do Acesso ao Ensino Superior

                        Av. Duque D’Ávila, n.º 137, 1069-016 Lisboa

                        Telefone: 21 312 60 00

                        Fax: 21 312 61 23

                        Emaill: acesso@dges.mctes.pt

                        Sítio de Internet: www.dges.mctes.pt

Para obter informações sobre os cursos do ensino superior, dos seus planos de estudo e dos pré-requisitos exigidos para acesso a cada um deles, deverá dirigir-se directamente às instituições de ensino superior.

Direcção Geral do Ensino Superior

Guia das Provas de Ingresso - Ensino Superior Público – 2013

Para cada curso de cada instituição de ensino superior público: provas de ingresso exigidas.

Guia das Provas de Ingresso - Ensino Superior Privado e Universidade Católica Portuguesa – 2013

Para cada curso de cada instituição de ensino superior privado e da Universidade Católica Portuguesa: provas de ingresso exigidas.

Guia da Candidatura ao Ensino Superior Público – 2013

Para cada curso de cada instituição de ensino superior público com vagas a concurso em 2013, pré-requisitos, preferências regionais, preferências para os diplomados com cursos de tipo profissional ou profissionalizante, última atualização quanto a cursos e provas de ingresso, classificações mínimas e notas de candidatura exigidas para acesso a cada par instituição/curso.

Guia da Candidatura ao Ensino Superior Privado e Universidade Católica Portuguesa – 2013

Lista completa e actualizada de todas as instituições e cursos do ensino superior privado e Universidade Católica Portuguesa reconhecidos nos termos da lei com vagas a concurso em 2013, última atualização quanto a cursos e provas de ingresso, classificações mínimas e notas de candidatura exigidas para acesso a cada par instituição/curso.

Estas publicações são divulgadas no sítio da Internet www.dges.mctes.pt.

Direcção Geral do Ensino Superior

Com a publicação do Decreto-Lei n.º 90/2008, de 30 de maio, que introduziu alterações ao Decreto-Lei n.º 296-A/98, 25 de setembro, o elenco de provas de ingresso a considerar a partir da matricula e inscrição no ensino superior no ano letivo de 2010/2011, inclusive, no curso de Medicina, é o constituído pelas provas de ingresso de:

       02 Biologia e Geologia 
       07 Física e Química 
       16 Matemática

conforme previsto no art.º 2.º da Deliberação n.º 1649/2008, de 13 de junho, da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior, passando a contemplar obrigatoriamente, as áreas de Biologia, Física, Matemática e Química, previstas no Decreto-Lei n.º 40/2007, de 20 de fevereiro.

Direcção Geral do Ensino Superior

Podem requerer a mudança de curso ou a transferência os estudantes que tenham estado inscritos e matriculados num curso superior num estabelecimento de ensino superior nacional e não o tenham concluído e os estudantes que tenham estado inscritos e matriculados em estabelecimento de ensino superior estrangeiro em curso definido como superior pela legislação do país em causa, que o tenham concluído ou não. Para o efeito, deverá dirigir-se aos serviços académicos da instituição de ensino superior para onde se pretende transferir ou mudar de curso, a fim de efectuar o respectivo requerimento e obter informações sobre este concurso. No índice de cursos, poderá obter os endereços e contactos de todas as instituições de ensino superior existentes em Portugal.

Direcção Geral do Ensino Superior

Podem requerer o reingresso os estudantes que tenham estado matriculados e inscritos no mesmo estabelecimento de ensino superior nacional no mesmo curso ou em curso que o tenha antecedido. Para o efeito, deverá efectuar o requerimento de reingresso junto dos serviços académicos da instituição de ensino superior que frequentou.

Direcção Geral do Ensino Superior

Os titulares de um Diploma de Especialização Tecnológica (DET), obtido após a conclusão de um CET podem concorrer à matrícula e inscrição no ensino superior através de um Concurso Especial para os cursos previamente fixados pelo órgão legal e estatutariamente competente de cada estabelecimento de ensino superior ou para os cursos definidos no âmbito de protocolos firmados entre estabelecimentos de ensino não superior e estabelecimentos de ensino superior. Tal não prejudica que outros estabelecimentos de ensino superior considerem determinado CET como habilitação de acesso aos seus cursos. Sendo matéria da competência dos estabelecimentos de ensino superior, qualquer dúvida sobre a fixação dos CET que facultam o ingresso para cada um dos seus cursos, deverá ser colocada junto dos mesmos ou junto do estabelecimento de ensino onde realizou o CET. Relativamente às regras e prazos de candidatura, uma vez que se trata de um concurso especial, deverá contactar o estabelecimento de ensino superior no qual pretende ingressar, a quem cabe fixar as vagas em cada um dos seus concursos especiais, fixar os critérios de seriação e decidir sobre as candidaturas apresentadas.

Direcção Geral do Ensino Superior

O titular de um curso superior pode candidatar-se ao ensino superior através do concurso especial a ele destinado. O processo de candidatura decorre no estabelecimento de ensino superior que o estudante pretenda frequentar, sendo esse estabelecimento que determina as regras de selecção e seriação dos estudantes, bem como o número de vagas, pelo que, deverá contactar a instituição de ensino superior na qual está interessado e aí obter mais informações. O titular de curso superior poderá também aceder ao ensino superior através do Concurso Nacional (ensino superior público) ou dos Concursos Institucionais (ensino superior privado).

Direcção Geral do Ensino Superior

Podem-se candidatar ao programa Erasmus todos os estudantes cidadãos, ou com estatuto de residente permanente de um dos 27 países da União Europeia, e da Islândia, Liechtenstein, Noruega e Turquia.

Os estudantes têm de estar obrigatoriamente inscritos na UBI e têm de ter o primeiro ano de estudos universitários concluído.

 O Programa ERASMUS tem como base a existência de Acordos Bilaterais de Cooperação que a UBI celebra com várias Universidades Europeias, contemplando a mobilidade de estudantes e docentes e não-docentes.

Os estudantes só poderão candidatar-se às Universidades parceiras, dentro de cada área de estudo.

 O período de duração numa Universidade Europeia pode ir de três meses a um ano lectivo. Apesar de algumas universidades parceiras e áreas de estudo terem períodos fixos de intercâmbio, que podem ser de um semestre ou de um ano lectivo.

 Os estudantes não pagam propinas na Universidade de acolhimento. Estão isentos de pagamento de propinas ou taxas de inscrição na Universidade de destino. No entanto, os estudantes têm de pagar as propinas na Universidade de origem.

 Se efectuares uma mobilidade Erasmus, tens obrigatoriamente que te inscrever na Universidade da Beira Interior antes de ires para Erasmus.

 A elaboração do plano de estudos é feita juntamente com o Coordenador Departamental Erasmus. Todos os cursos da UBI têm um Coordenador Erasmus. Cabe aos Coordenadores Erasmus ajudar os estudantes na elaboração do Learning Agreement e do Plano de Estudos Equivalente.

 Sim, terás pleno reconhecimento do teu plano de estudos na Universidade da Beira Interior.

 O ECTS é um Sistema Europeu de Transferência de Créditos. Trata-se de um instrumento aplicado à mobilidade de estudantes, reconhecido a nível europeu, e que se destina a criar a transparência e a facilitar o reconhecimento académico. No âmbito do ECTS, um semestre equivale a 30 créditos ECTS e um ano lectivo corresponde a 60 créditos ECTS.

 Deverás preparar um Plano de Estudos com 30 créditos ECTS para um semestre e 60 créditos ECTS para um ano lectivo completo, procurando equilibrar a carga horária na Univerisdade de acolhimento e os créditos equivalentes na UBI (de acordo com o regulamento interno Erasmus da UBI).

 A UBI disponibiliza cursos intensivos de preparação linguística (EILC) para todos os alunos que pretendem aprender a língua antes de efectuarem o intercâmbio Erasmus.

No caso dos idiomas menos utilizados e ensinados na União Europeia e de outros países participantes no programa Erasmus, existe a possibilidade de os estudantes se candidatarem aos cursos intensivos de língua Erasmus (EILC – Erasmus Intensive Language Courses).Estes cursos oferecem aos estudantes a oportunidade de aprenderem e estudarem a língua do país de acolhimento durante um mês no próprio país, antes de iniciarem o período de intercâmbio.Todos os estudantes interessados em participar recebem um mês de bolsa e ficam isentos do pagamento do curso.

Na UBI, todos os estudantes que se candidatam ao programa Erasmus têm obrigatoriamente de efectuar um teste de línguas para avaliar os conhecimentos linguísticos antes da mobilidade de intercâmbio.

De acordo com as regras Erasmus, todos os estudantes têm obrigatoriamente de ter aproveitamento pelo menos a uma cadeira. Caso contrário, têm de devolver a bolsa na totalidade e perdem automaticamente o estatuto de Erasmus.

Os estudantes quando se candidatam ao programa Erasmus, todos os documentos são enviados para a Universidade para a qual o estudante foi selecionado, juntamente com o pedido de alojamento, se existente. Na generalidade, os estudantes ficam em Residências Universitárias, existindo sempre a possibilidade de ficarem em apartamentos ou casas de famílias.

Se a Universidade não dispor de Residências Universitárias, o GPRI poderá ajudar a encontrar alojamento temporário, normalmente com a ajuda da Universidade de acolhimento (é aconselhável chegar antes do início efectivo do calendário académico).

A viagem tem de ser tratada pelos estudantes atempadamente, de forma a estares na Universidade de destino antes de começarem as aulas.

Antes de partir para o estrangeiro, deverão solicitar o Cartão Europeu de Seguro de Doença no Centro Regional de Segurança Social da área de residência ou na Loja do Cidadão. Este cartão garante o acesso aos cuidados de saúde durante a estada noutro país da União Europeia. Se o país não pertencer à União Europeia, deverá ser feito um seguro de saúde

Ser um estudante Erasmus não implica necessariamente receber uma Bolsa de Mobilidade Erasmus.

Todos os estudantes selecionados para efectuarem uma mobilidade Erasmus, ficam automaticamente, candidatos a uma Bolsa de Mobilidade Erasmus. No entanto, as bolsas atribuídas à UBI poderão não ser suficientes para todos os candidatos.

Os critérios de atribuição das bolsas estão disponibilizados no regulamento interno Erasmus da UBI.

Sim, desde que a bolsa não seja financiada pela Comissão Europeia. Se for bolseiro SASUBI, pode continuar a recebê-la, juntamente com a Bolsa de Mobilidade Erasmus Estudo e poderá vir a beneficiar de uma bolsa suplementar Erasmus (BSE).

O valor das bolsas varia consoante o país a que se destinam e o número de meses do intercâmbio. Convém salientar que as bolsas Erasmus não são bolsas de estudo, mas sim bolsas de mobilidade, que pretendem, unicamente, compensar o aluno relativamente ao diferencial do nível de vida do país para onde foi seleccionado. Assim, as bolsas Erasmus não se destinam a cobrir a totalidade das despesas normais de subsistência do estudante, mas sim as despesas suplementares, resultantes da realização de um período de estudos noutro país. O valor das bolsas é definido anualmente.

Sim, existe a possibilidade de candidatura às Bolsas Suplementares Erasmus (BSE), destinadas a estudantes com dificuldades sócio-económicas comprovadas e estudantes portadores de deficiência, participantes no Programa Erasmus. Estas bolsas visam auxiliar os alunos de forma a proporcionar-lhes as mesmas oportunidades de mobilidade de outros estudantes do Ensino Superior. Os procedimentos e prazos de candidatura serão oportunamente divulgados pelo GPRI aos alunos Erasmus.

A adaptação será sempre um pouco complicada e difícil nos primeiros dias. Como se trata de um país e de uma língua diferente, a Universidade de acolhimento tem um sistema de ensino distinto da UBI. No início poderá acontecer que os funcionários nem sempre estarão ao dispor para esclarecer algumas dúvidas. Rapidamente encontrarás novos amigos e não te vais arrepender!

Se por algum motivo de força maior tiveres que regressar ou desistir, a devolução da bolsa terá de ser questionada à Agência Nacional PROALV e terás que reatar os estudos na Universidade da Beira Interior.

As inscrições ao programa Erasmus decorrem sempre durante o mês de Fevereiro, através de uma ficha de inscrição disponível, na página da UBI.

Todos os períodos de estudo efectuados no estrangeiro ao abrigo do programa Erasmus oferecidas aos alunos da UBI são devidamente salvaguardados e formalmente reconhecidos no Suplemento ao Diploma (SD) da UBI.

Só se pode efectuar um Período de Estudos Erasmus uma única vez, mesmo que o período de mobilidade tenha sido inferior à duração total permitida de um ano lectivo, e mesmo que não tenha auferido de qualquer tipo de apoio financeiro, durante esse período.

Podem-se candidatar todos os estudantes cidadãos, ou com estatuto de residência permanente (1) de um dos 27 países da União Europeia, e da Islândia, Liechtenstein, Noruega e Turquia.

Os alunos têm de estar matriculados na UBI e aptos para fazer um estágio curricular ou extra curricular ou estágio de investigação.

(1) A autorização de residência permanente em Portugal é concedida, nos termos dos Arts. 84 e 85 do DL nº 4/2001 de 10 de Janeiro, aos estrangeiros que residem em território português há pelo menos 6 ou 10 anos consecutivos conforme se trate, respectivamente, de cidadãos de língua oficial portuguesa ou de outros países.

O período de estágio pode ter uma duração de três a 12 meses.

O apoio financeiro é, contudo, por norma, de 3 meses no máximo.

A candidatura pode ser feita para qualquer um dos países anteriormente referidos (excluindo Portugal). A instituição de acolhimento pode ser uma empresa ou centro de investigação.

Não são elegíveis como entidades de acolhimento:

  •  Instituições Europeias (incluindo Agências Europeias);
  •  Organizações Gestoras de Programas Europeus;
  •  Representações diplomáticas do país de origem do estudante, sedeadas no país de acolhimento (embaixadas, consulados, etc.).

O estágio no estrangeiro será reconhecido através de créditos ECTS (estágio curricular) e através do Suplemento do Diploma (estágio extra-curricular).

Para participares neste programa é necessário estar inscrito/matriculado na UBI.

O plano de trabalho é definido juntamente com o Coordenador Erasmus antes da partida. Após acordado o plano de trabalho será definido um Contrato de Estágio (Training Agreement) que é assinado pelo estudante, pelo teu Coordenador Erasmus e pelo Orientador na Universidade de destino.

Em anexo ao Contrato de Estágio, é elaborado um “Plano de Reconhecimento Académico”, documento interno que discrimina não só o plano de trabalho a realizar na instituição anfitriã, mas também a(s) unidade(s) curricular(es) a que o estudante terá reconhecimento quando regressar à UBI, assinado pelo estudante e pelo teu Coordenador Erasmus.

A preparação linguística é essencial para maximizar o sucesso durante o período de estágio Erasmus.

No caso dos idiomas menos falados e utilizados na União Europeia e de outros participantes de outros países no Programa Erasmus, existe ainda a possibilidade de os estudantes se candidatarem aos Cursos Intensivos de Língua Erasmus – EILC (Erasmus Intensive Language Courses). Estes cursos oferecem aos estudantes Erasmus, a possibilidade de estudarem a língua de acolhimento por um período de até 6 semanas nesse mesmo país, antes de iniciar o período de intercâmbio. Estes cursos são gratuitos para os estudantes Erasmus e a UBI tem garantido um mês de bolsa a todos os alunos selecionados.

Dado que não existe nenhum protocolo institucional com as instituições de acolhimento, a procura/reserva do alojamento e demais condições de estada é da responsabilidade do estudante.

A viagem tem de ser tratada atempadamente pelo estudante de forma a estar presente na instituição anfitriã, na data prevista para início do estágio.

O período de mobilidade deverá ser objecto de avaliação obrigatória na instituição de acolhimento.

Esta avaliação será tida em conta, total ou parcialmente pelo Coordenador Erasmus e/ou orientador de estágio, em função da unidade(s) curricular(es) prevista(s) no teu Plano de Reconhecimento Académico.

Antes de partir para o estrangeiro deve-se tratar do Cartão Europeu de Saúde no Centro Regional de Segurança Social da área de residência ou na Loja do Cidadão. Este cartão garante o acesso aos cuidados de saúde durante a estada noutro país da União Europeia. Se o país não pertencer à União Europeia, terá de ser feito um seguro de saúde.

Sim, existe a possibilidade de candidatura às Bolsas Suplementares (BSE), destinadas a estudantes com dificuldades sócio-económicas comprovadas e estudantes portadores de deficiência, participantes no Programa Erasmus. Estas bolsas visam auxiliar os alunos de forma a proporcionar-lhes as mesmas oportunidades de mobilidade de outros estudantes do Ensino Superior.

Não, com execeção de certidões de inscrição.

Sim. Mas, fica automaticamente obrigado ao pagamento da totalidade da propina

Sim. Pode pagar em 4 ou 10 prestações.

Sim.1 - Até à data de vencimento da 1ª prestação, paga apenas a prestação em dívida;2 - Até 31 de dezembro, só paga as prestações do 1º semestre;3 - Até à data da 1ª prestação do 2º semestre, paga o 1º semestre e a prestação em dívida do 2º semestre;4 - Após a data referida no nº 3, paga totalidade da propina.

Tem que entregar os documentos no ato de inscrição, até ao último dia do mês de outubro, ou até 10 dias úteis após inscrição, se a mesma ocorrer mais tarde.

As cookies utilizadas neste sítio web não recolhem informação que permitem a sua identificação. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.