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Objectivos de Aprendizagem |
1) Ser capaz de justificar a complexidade e a historicidade a noção de imago e de estabelecer uma relação genealógica entre imagem e morte;
2) Ser capaz analisar uma imagem: identificar e explicar os seus elementos; 3) Definir noções fundamentais no âmbito da Teoria da Imagem: eikôn, imago, eidôlon, mimese, ius imaginum, iconoclasmo, inconodulia, idolatria...;
4) Ser capaz de emitir juízos críticos e fundamentados sobre a processos histórico-culturais complexos (v.g., R. Debray, H. Belting, J. Baudrillard);
5) Ser capaz de explicar, em geral, o valor relativo que a imagem assume nas religiões pagãs, judaica, cristã e islâmica;
6) Ser capaz de identificar, comentar, explicar e criticar, a partir de textos, modelos teóricos de apreciação a imagens: por exemplo, o modelo mimético de degradação ontológica;
7) Reconhecer e explicar o tipo de «ontologia da imagem» presente em textos, obras, movimentos e autores contemporâneos.
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Bibliografia principal |
BARTHES Roland, A Câmara Clara, Edições 70, Lx., 2006
BELTING Hans, A Verdadeira Imagem, Porto, Edição Dafne Editora, 2011.
BIOY CASARES Adolfo, La invención de Morel [1940], Emecé, Buenos Aires, 1972 (trad. port., Miguel Serras Pereira; A Invenção de Morel, Antígona, Lisboa, 2019).
CASSIRER Ernst, Ensaio sobre o Homem, Lx., Guimarães Ed., 1995.
DEBRAY Régis, Vie et mort de l’image, Gallimard, Paris, 1992
DURAND Gilbert, A Imaginação Simbólica, Lx., Ed.70, 1995
ECO Umberto, Obra Aberta, Lisboa, Difel, 1989.
GADAMER Hans-Georg, Verdad y metodo I., Sígueme, 1993;
GARCIA FERNANDEZ E., Historia general de la imagen, Madrid, 2000.
MARTINE Joly, A imagem e a sua interpretação, Ed.70, Lisboa, 2002.
MIRZOEFF Nicholas, The Visual Culture Reader, Routledge, London / New York, 2002.
PLATÃO, A República, Lisboa, FCG, 1987 (Livros VI, VII e X).
VILLAFAÑE Justo, Introducción a la teoría de la imagen, Madrid, Pirámide, 1992.
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