FAQ's

Indíce de FAQ’s

  1. Como elaborar uma candidatura a Projetos de IC&DT?
  2. Gastos Gerais
  3. Qual é o orçamento anual previsto para o financiamento das unidades de I&D?
  4. Como é que o financiamento vai ser atribuído?
  5. De que forma é calculado o financiamento base?
  6. Como é caraterizada a dimensão da unidade de I&D?
  7. Como é caraterizada a intensidade laboratorial?
  8. O que é necessário fazer para reservar uma unidade hoteleira em Portugal ou no estrangeiro?
  9. Qual o período de vigência do seguro de um  bolseiro?
  10. Como fazer uma proposta de aquisição para os seguros dos bolseiros?
  11. Em que condições se pode requerer o Subsídio de Instalação para Bolseiros oriundos de países Terceiros?

1. Documentos essenciais a consultar na preparação de uma candidatura?

  • Aviso de Abertura;
  • Áreas Científicas a concurso;
  • Legislação e Regulamentos;

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2. Como executar GG? O que depende a sua execução?

  • 1º Composição da Equipa de Investigação;
  • 2º Local/departamento onde o projecto se desenvolve;
  • 3º Quanto maior for a equipa de investigação melhor é a execução dos GG;
  • 4º Quanto menor o Departamento onde o projecto se desenvolve melhor é a execução dos GG;

 

Na elaboração da candidatura como sei que vou executar os GG na sua totalidade?

  • Fazer um estudo com a percentagem total da equipa afecta ao projecto dividindo-a com os colaboradores do edifício onde se vai realizar o projecto, Assim, verifica-se a percentagem de afectação ao projecto. Se for uma percentagem grande a verba será exequível.
  • Exemplo:
    • Equipa = 160% / Nº de colaboradores no edifício = 66 = 160/66=2,4%
  • Esta percentagem irá incidir nas facturas de electricidade, gás, vigilância, etc., isto é numa factura de electricidade de cerca de 8.000€ » 8000 x 2.4% = 192€

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3. A FCT prevê um orçamento de 50 M€ por ano (sujeito à efetiva disponibilidade orçamental da FCT) para o financiamento das unidades de I&D.

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4. O financiamento atribuído às unidades de I&D terá duas parcelas:

  • Um financiamento de base, a atribuir às unidades com classificação igual ou superior a Bom;
  • Um financiamento estratégico, a atribuir às unidades de I&D com classificação igual ou superior a Muito Bom com base no programa estratégico apresentado pela unidade, em função da proposta do painel de avaliação.

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5. O financiamento base é indexado à dimensão da unidade, a um fator de correção correspondente à sua intensidade laboratorial e à classificação obtida pela unidade de I&D no processo de avaliação.

Matriz de financiamento base

Intensidade laboratorial
Dimensão
Classificação
Excecional (100%) Excelente (75%) Muito bom (50%) Bom (10%)
Elevada (100%) Grande (100%) 400.000€ 300.000€ 200.000€ 40.000€
Média (50%) 200.000€ 150.000€ 100.000€ 20.000€
Pequena (25%) 100.000€ 75.000€ 50.000€ 10.000€
Média (75%) Grande (100%) 300.000€ 225.000€ 150.000€ 30.000€
Média (50%) 150.000€ 112.500€ 75.000€ 15.000€
Pequena (25%) 75.000€ 56.250€ 37.500€ 7.500€
Baixa/nula (50%) Grande (100%) 200.000€ 150.000€ 100.000€ 20.000€
Média (50%) 100.000€ 75.000€ 50.000€ 10.000€
Pequena (25%) 50.000€ 37.500€ 25.000€ 5.000€

(Por despacho da Secretária de Estado da Ciência, a 5 de julho de 2013)

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6. Como é caraterizada a dimensão da unidade de I&D?

  • Pequena: nº de membros integrados de 10 a 40
  • Média: nº de membros integrados de 41 a 80
  • Grande: nº de membros integrados superior a 81

O financiamento base depende da dimensão da unidade com ponderações de 100%, 50% e 25%.

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7. Como é caraterizada a intensidade laboratorial?

  • Elevada: equipamentos/componente laboratorial e experimental
  • Média: arquivos de utilização pública e infraestruturas de bases de dados de valor nacional e europeu
  • Baixa/nula: ausência de níveis significativos dos elementos anteriormente referidos

O financiamento base depende da intensidade laboratorial com ponderações de 100%, 75% e 50%.

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8. O que é necessário fazer para reservar uma unidade hoteleira em Portugal ou no estrangeiro?

  • O hotel deverá ser de 3 estrelas, ou então mostrar que o hotel de 4 estrelas possui um preço mais baixo que o de 3 estrelas, evidenciando, perante a impressão de uma consulta a 3 unidades hoteleiras de 3 e de 4 estrelas.
  • Na requisição deve estar referido o nome do hotel onde o professor, bolseiro ou consultor vai usufruir do alojamento.
  • Caso a organização do evento pretenda o alojamento num hotel superior a 3 estrelas, deverá juntar ao processo uma justificação para esse efeito. Todavia, não fica dispensada a consulta a 3 unidades hoteleiras de 3 e 4 estrelas.
  • No caso de países com alguma falta de segurança, justificar também através de consulta a 3 unidades hoteleiras, o porquê da escolha de um hotel superior a 3 estrelas, evidenciando o fato do país possuir fraca segurança.

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9. O período do seguro deve corresponder ao período exato da bolsa, não devendo ser antecipado nem prorrogado. Se uma bolsa for sujeita a uma adenda que prolongue o período de investigação, o seguro deve ser ativado pelo período da prorrogação da bolsa.

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10. Todos os anos na UBI elabora um protocolo com uma seguradora. A proposta de aquisição deverá ser feita no SigUBI e nela deve constar o nome da pessoa segura, o período específico do seguro, bem como a referência da bolsa à qual pertence. Para informações adicionais poderá ser contactado o serviço de Economato (ext. 2148).
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11. De acordo com a alínea b) do nº 1 do artigo 17º do Regulamento de Bolsas de 2011, a candidatura de cidadãos estrangeiros oriundos de Países Terceiros, apenas poderá ser considerada elegível no caso dos candidatos possuírem certificados de residência permanente em Portugal atestada pelo SEF – Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, nos termos do artigo 80º e do artigo 125º da Lei nº 23/2007 de 4 de Julho.

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