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Lines of Research

  • Entrepreneurship, Competitiveness and Innovation

    Coordenador - Cristina Fernandes

    O Grupo de Investigação Empreendedorismo, Competitividade e Inovação (EC&I) tem como objetivo incentivar o empreendedorismo, a competitividade e a inovação nas pequenas empresas no âmbito de diferentes abordagens e perspetivas que contribuem para uma sociedade mais empreendedora e competitiva de forma sustentável. O grupo EC&I centra-se em três áreas de atuação:

    1. Empreendedorismo das pequenas empresas e ensino para o empreendedorismo;
    2. Competitividade empresarial e regional;
    3. inovação das PME e tecnologia.

    i. Empreendedorismo das pequenas empresas e ensino do empreendedorismo:

    O Global Entrepreneurship Monitor (GEM) vê o crescimento económico nacional de acordo com o nível agregado da atividade económica associado à avaliação das pequenas empresas. As pequenas e novas empresas geram inovações, preenchem nichos de mercado e aumentam a competição, contribuindo assim para a realocação de recursos da atividade económica. O empreendedorismo é cada vez mais aceite como uma importante ferramenta e uma estratégia adicional valiosa para a criação de postos de trabalho e melhorar os meios de vida e a independência económica dos jovens.

    Política de empreendedorismo é outro tema de investigação relevante. Esta área refere-se ao estudo das políticas de apoio às atividades empreendedoras levadas a cabo pelo ambiente institucional que visam estimular o surgimento de novas empresas e ao espírito e atitudes empreendedoras entre as pessoas. O ensino para o empreendedorismo destaca-se como uma ferramenta-chave na implementação de competências de recursos humanos na criação de novas empresas. Deste ponto de vista, os governos têm assumido que a educação para o empreendedorismo desempenha um papel crítico no desenvolvimento do empreendedorismo. No entanto, em Portugal a verdadeira importância da educação e formação em empreendedorismo versus a capacidade empreendedora inata dos indivíduos continua a ser um aspeto desconhecido.

    ii. Competitividade empresarial e regional:

    Compreender as fontes de vantagem competitiva sustentável tornou-se uma das mais importantes áreas de investigação no campo da estratégia e competitividade. Desde 1960, uma conceptualização de organização única tem sido aplicada para estruturar muita desta investigação. A maioria das investigações sobre as fontes de vantagem competitiva sustentável tem-se concentrado ou em isolar as oportunidades e ameaças das empresas descrevendo os seus pontos fortes e fracos, ou na análise de como estes correspondem às estratégias escolhidas. Existe pouca dúvida de que esta abordagem se tem mostrado muito fértil para esclarecer a nossa compreensão relativamente ao impacto do meio envolvente de uma empresa sobre o desempenho. A ideia de competitividade regional, reforçando a visão expressa da Comunidade Europeia, deve levar em conta que enquanto há empresas muito competitivas e não- competitivas em cada região, existem características comuns dentro de uma região que afetam a competitividade de todas as empresas aí localizadas. Seguindo a lógica do desenvolvimento regional, a prevalência de relações entre universidade - indústria - governo, e atividades específicas locais (por exemplo, localização de transferência de tecnologia, desenvolvimento de capital humano e de rede), em conjunto determinam os melhores resultados de negócios. Continua a existir um conjunto de entidades políticas, organizações industriais e instituições académicas que trabalham em conjunto para melhorar as condições locais para inovar e organizar os processos regionais.

    iii. A inovação das PME e tecnologia:

    No contexto da globalização, a inovação é um fator-chave para aumentar a competitividade das empresas. Na Estratégia Europeia 2020, a UE propõe três prioridades que se reforçam mutuamente: crescimento inteligente, sustentável e inclusivo. A transferência de tecnologia e outputs de empresas de alta tecnologia a partir de parques de ciência e incubadoras de empresas têm-se mostrado fundamentais para o crescimento económico, bem como para a criação de riqueza e emprego quer nos países desenvolvidos quer em desenvolvimento. A interação do processo de inovação refere-se à colaboração entre os diversos departamentos da empresa, bem como às relações externas estabelecidas com outras empresas, instituições de conhecimento, fontes de financiamento e da administração pública.

  • Organizational Management

    Coordenadora - Helena Alves

    O grupo de Gestão Organizacional foca-se, sobretudo, na gestão das organizações lucrativas e não lucrativas levando em consideração a sua micro e macro envolvente. Ao nível micro, a equipa de investigação leva a cabo investigação relacionada com a reputação, a imagem, o desempenho, a responsabilidade social, o ‘accountability’ e a gestão de ‘stakeholders’ e, ao nível macro, a investigação foca-se na relação existente entre estas organizações e a sociedade, abordando tópicos tais como a sustentabilidade, a ética, os impactos ambientais e o marketing social. Em termos de sectores, a investigação desenvolvida por este grupo está muito focada em sectores não lucrativos tais como a educação, a saúde e o terceiro sector. Dada a importância que estes sectores têm para a sociedade é necessário o desenvolvimento de práticas de gestão organizacionais adaptadas às suas especificidades. Assim, este grupo de investigação tem vindo a desenvolver tópicos suscetíveis de ajudar estas organizações a tornarem-se mais eficientes na sua missão. Esta especificidade tem-se tornado um fator diferenciador da investigação deste grupo ao nível nacional.

  • Economics and Finance

    Coordenador - António Manuel Cardoso Marques

    A linha de investigação de Economia e Finanças tem como metas apreciar as questões da sustentabilidade, da economia e da economia da energia, das finanças, das bolsas de valores e sistemas bancários e dos riscos bolsista e bancário, e da governança e risco num mundo cada vez mais globalizado. O seu foco é internacional, interdisciplinar e orientado para a empresa com uma forte base teórica e prática. Consequentemente o foco da pesquisa engloba as empresas nacionais e internacionais, a economia em geral, a sustentabilidade energética e a governança.

    A natureza desta linha de pesquisa é especialmente orientada para o trabalho interdisciplinar com centros de pesquisa de outras universidades internacionais; para a sustentabilidade financeira; para a economia sustentável; para as implicações ambientais e de sustentabilidade da globalização; para as relações financeiras e económicas com os ecossistemas; para as economias sustentáveis e o impacto das energias clássicas e renováveis.

    A governança é um tema forte em grande parte da pesquisa, incluindo a sua aplicação a diversas áreas da gestão, às finanças e a setores de energia e meio ambiente.

    A investigação na área financeira concentra-se nos riscos intrínsecos às bolsas de valores internacionais e às empresas. A pesquisa económica também incide sobre as implicações para as regiões do SW da UE da globalização e da sustentabilidade das empresas locais e regionais.

    Assim, o grupo de investigação está organizado de acordo com os seguintes temas:

    1. Economia e Economia da Energia e Outros (Turismo, Saúde,…)

    Esta linha de investigação em Economia e Economia da Energia e Outros compreende vários tópicos principais, que geralmente são diversos e relevantes e de grande importância na economia da energia: o objetivo de reduzir o consumo de energias fósseis a longo prazo é a grande prioridade bem como a maximização do potencial de economia de energia, por exemplo, otimizando plantas e processos industriais, a produção e os mercados, que lida principalmente com a análise e prognóstico da oferta e procura de energia, incluindo a política ambiental competente, o armazenamento de energia e a expansão da capacidade da rede; o aumento do consumo de energia renovável também é tratado, bem como o potencial de poupança de energia (transporte, construção, serviços, famílias, etc.), a redução das emissões de gases com efeito estufa e a promoção do desenvolvimento sustentável.

    2. Finanças Corporativas e Risco Bancário

    As finanças corporativas avaliam os dados financeiros de uma entidade de negócios, analisam as necessidades de investimento de curto ou longo prazo e as tendências do fundo de maneio. As finanças corporativas também se focam na identificação de modelos adequados em termos da estrutura de capital de uma empresa. O fundo de maneio é uma medida de disponibilidades de caixa de curto prazo, igual ao ativo circulante menos o passivo circulante. Os modelos de estrutura de capitais indicam como é que uma organização financia as suas operações e podem incluir a equidade, a dívida e fundos internos - também chamados lucros acumulados. Os tópicos de finanças corporativas abrangem uma variedade de campos, como os que são normalmente ensinados em programas avançados de doutoramento e de mestrado. A gestão de risco financeiro abrange ferramentas e metodologias econométricas e matemáticas que as entidades empresariais usam para avaliar, valorizar e monitorizar os riscos financeiros em atividades relacionadas com o mercado de capitais. Estes riscos podem ser de mercado e de crédito. O risco de mercado surge devido a flutuações dos preços das ‘securities’ podendo calcular-se com ferramentas como o VaR (Value at Risk), técnicas de simulação de Monte Carlo e testes de stress, entre outros. O risco de crédito provém de ‘defaults’ e é calculado por meio de modelos internos. Os mercados de capitais são as bolsas de valores em que os investidores compram, mantêm ou vendem uma variedade de produtos financeiros. O mercado de capitais ajuda as entidades empresariais a aumentar o seu financiamento - com a venda de ações ou títulos - para financiar metas de curto ou longo prazo de investimento, compromissos operacionais e os principais programas de expansão, tais como fusões ou aquisições.

Data da última atualização: 11-02-2015
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