| Código |
17823
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| Ano |
4
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| Semestre |
S2
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| Créditos ECTS |
5
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| Carga Horária |
TP(45H)
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| Área Científica |
Filosofia
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Objectivos de Aprendizagem |
São objetivos genéricos da unidade curricular: compreender a estética pela especificidade epistemológica do seu objeto e pelas suas implicações críticas; levantamento das questões e dos conceitos e o percorrer das conceções principais da história da estética. No final, o estudante deve ter adquirido: - conhecimentos no domínio da informação estética, o que é, qual o seu campo de aplicação, qual o seu mecanismo de funcionamento, de modo a formular uma caracterização clara e concisa da estética filosófica; - aptidões no que concerne a elaboração por escrito e oralmente de exercícios de comentário e de síntese dos aspetos fundamentais dos textos de autores apresentados a estudo; - competências que pretendem determinar a referência que as teorias estéticas constituem para a análise estética do valor da obra de arte, de forma a que a partir desta análise se permita a abertura a novas perspetivas estéticas.
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Conteúdos programáticos |
Introdução. Noção de Estética. 1. A estética no emergir de uma problemática de síntese. 2. Ciência do belo vs ciência do conhecimento sensível. 3. Domínio estético da formatividade. Modelo poiético (téchnê). 4. Finalidade formal da estética. O juízo estético. 5. Estética como instalação do mundo. 6. Estética no âmbito da experiência da obra. Apelo ao mundo da vida. Conclusão. Exame do estado da estética “depois” do sublime
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Metodologias de Ensino e Critérios de Avaliação |
As aulas conciliarão uma componente expositiva e sistemática com a análise e discussão participada dos temas e autores indicados no programa. Esse modelo científico-pedagógico, que postula uma compreensão dos estudantes como elementos ativos e centrais no processo de ensino-aprendizagem, terá expressão numa avaliação assente nos seguintes momentos: . Avaliação contínua; . frequência (50%); . apresentação oral (40%) (com trabalho escrito); . assiduidade (10%).
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Bibliografia principal |
Benjamin, W. (2006). A Modernidade. Assírio e Alvim. Blanché, R. (1979). Des catégories esthétiques. Vrin. Cassirer, E. (1994). A filosofia do iluminismo. Unicamp. Costa, C. C., S. (2001). Tópica estética: filosofia, música, pintura. IN-CM. Dufrenne, M. (1953). Phénoménologie de l’expérience esthétique. PUF. Gaut, B. and Lopes, D. M. (2001). The Routledge Companion to Aesthetics. https://monoskop.org/images/0/03/Lopes_Dominic_Gaut_Berys_The_Routledge_Companiom_2001.pdf Heidegger, M. (1983). A proveniência da Arte e a determinação do Pensar.[“Die Herkunft der Kunst und die Bestimmung des Denkens”] (pp. pp. 135-149). Vittorio Klostermann. Kant (1992). Crítica da faculdade do juízo [Kritik der Urteilskraft, 1790]. Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Llano, A. (1989). La nueva sensibilidad. Espasa-Calpe. Lyotard, J.-F. (1988). L’Inhumain, causeries sur le temps. Éditions Galilée. Platão (2000). Hípias Maior. Ed. 70.
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| Língua |
Português
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