| Código |
17875
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| Ano |
4
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| Semestre |
S2
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| Créditos ECTS |
5
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| Carga Horária |
TP(45H)
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| Área Científica |
Sociologia
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Objectivos de Aprendizagem |
No final da unidade curricular, as e os estudantes deverão ser capazes de: • Compreender o espaço urbano enquanto fenómeno social, político e cultural. • Relacionar formas construídas com práticas e modos de vida. • Conhecer as principais correntes da Sociologia Urbana. • Desenvolver instrumentos analíticos mobilizáveis no processo de projeto. • Refletir sobre o papel do arquiteto enquanto ator social. Os objetivos apresentados pressupõem metodologias ativas. A compreensão do urbano como fenómeno social e político exige: debate, confronto de perspetivas, aplicação a situações concretas e reflexão ética. Para este efeito a UC vai utilizar as metodologias de ensino ativo TBL (Teams Based Learning) e PBL (Project Based Learning). Nas primeiras semanas privilegia-se a construção de linguagem comum (TBL), introduzindo conceitos através de situações reconhecíveis da experiência prévia. dos estudantes. Progressivamente, a unidade curricular evolui para formatos de aplicação (PBL).
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Conteúdos programáticos |
1. A cidade como fenómeno social 2. Ecologia urbana e organização do espaço 3. Poder, economia e racionalização urbana 4. Produção social do espaço 5. Cultura, símbolos e identidades urbanas 6. Desigualdades socioespaciais 7. Transformações contemporâneas 8. Arquitetos: profissão e cultura profissional
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Metodologias de Ensino e Critérios de Avaliação |
O modelo de avaliação está em consonância com os objetivos da unidade curricular e a estrutura metodológica, ao articular avaliação contínua individual (exercícios TBL), trabalho colaborativo aplicado (projeto PBL) e reflexão crítica autónoma (um position paper). Esta combinação permite avaliar, de forma equilibrada, a compreensão conceptual da cidade enquanto fenómeno social, político e cultural, a capacidade de mobilização das principais correntes da Sociologia Urbana e o desenvolvimento de instrumentos analíticos aplicáveis ao processo de projeto, assegurando simultaneamente responsabilização individual e integração teoria–prática. A distribuição ponderada entre momentos individuais e de grupo favorece acompanhamento próximo, participação ativa e progressiva consolidação das aprendizagens.
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Bibliografia principal |
Baptista, L.; Mazzella, S.; Pereira, P.; Nunes, J.P., (Orgs.) (2021), Pensar o Território, Jean Claude Chambederon, Uma Abordagem Sociológica Pioneira. V.N. Famalicão: Editora Húmus; Jacobs, J. (2000), Morte e Vida de Grandes Cidades. São Paulo: Ed. Martins Fontes; Pereira, P. C. (2011). Condição humana e condição urbana. Porto: Afrontamento; Mela, A. (1999) A Sociologia das Cidades, Lisboa: Ed Estampa; Rodrigues, W. (2010). Cidade em transição: nobilitação urbana, estilos de vida e reurbanização em Lisboa. Lisboa: Celta Editora; Simmel, G. (1903/2009). As grandes cidades e a vida do espírito (A. Morão, Trad.). Universidade da Beira Interior. Disponível em https://lusosofia.ubi.pt/textos/simmel_georges_grandes_cidades_e_vida_do_esp_rito.pdf Westwood, S., & Williams, J. (2003). Imagining cities. In Imagining Cities (pp. 1-15). Routledge.
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| Língua |
Português
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