Decorre de 13 a 22 de novembro o Festival de Teatro da Covilhã 2025, uma iniciativa cultural com espetáculos agendados para o Teatro Municipal da Covilhã (TMC~) e Teatro das Beiras.
O ciclo inicia a 13 de novembro, às 21h30, no TMC~, com a Companhia de Teatro de Braga, que apresenta a peça “Os das latas de conserva”, de Edward Bond, com encenação de Rui Madeira, trazendo a esperança de nos ajudar a descobrir em que Lugar estamos.
O Festival de Teatro da Covilhã segue depois para o Teatro das Beiras - Auditório Fernando Landeira, onde serão apresentados os restantes espetáculos que integram a programação desta edição do Festival.
A 14 de novembro, às 14h30, o Karlik danza teatro apresenta “Y fuimos héroes”, de Maribel Carrasco, com encenação de Cristina D. Silveira, uma história onde o poder da infância e o poder da maturidade se evocam e se complementam mutuamente, numa sessão dirigida a público escolar.
A 15 de novembro pelas 21h00 é inaugurada a exposição “Gil Salgueiro Nave, o percurso no Teatro das Beiras” e, pelas 21h30, sobe a palco a Escola de Mulheres com “A loucura é o mais credível oráculo”, um texto de Cláudia R. Sampaio, encenação de Marta Lapa, interpretação e cocriação de Margarida Cardeal e Vitor Alves da Silva.
Seguem-se dois dias dirigidos ao público escolar, com os espetáculos “1 Planeta & 4 Mãos”, pela Companhia Certa da Varazim Teatro, que nos traz um conto cheio de apelo aos sentidos, onde as crianças são envolvidas nesta grande aventura de salvar o planeta, a 18 de novembro, às 11h00 e às 14h30, e “Sermão de Sto. António aos peixes… e aos outros pela divina graça do Teatro”, pela ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve, onde Alexandre Honrado escreve a partir de Padre António Vieira, abordando os temas da corrupção e do abuso de poder, no dia 19 de novembro, às 11h00 e às 14h30.
A 20 de novembro, pelas 21h30, o Teatro de Marionetas do Porto apresenta “Orfeu e Eurídice”, com encenação e dramaturgia de Roberto Merino, um espetáculo de marionetas que toma como base o mito de Orfeu, escrito por Ovídio, e segue o percurso do jovem herói, filho de Apolo (em algumas versões), o seu casamento com Eurídice, a morte desta e o intento do seu resgate do reino do Hades por parte de Orfeu.
O Festival de Teatro da Covilhã termina a 22 de novembro, com a estreia, às 21h30, da 121ª produção do Teatro das Beiras, a peça “O Coração de um Pugilista”, de Lutz Hübner, com encenação de Jorge Silva e interpretação de Miguel Brás, como Jójó, e Victor Santos, como Leo, onde de um confronto geracional nasce a vontade de se ajudarem mutuamente na concretização dos seus sonhos.
Os bilhetes para os espetáculos encontram-se disponíveis na Ticketline e nas bilheteiras das salas onde se realizam os espetáculos.
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Teatro das Beiras