| Código |
15556
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| Ano |
1
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| Semestre |
S1
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| Créditos ECTS |
6
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| Carga Horária |
OT(15H)/TP(45H)
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| Área Científica |
Filosofia
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Objectivos de Aprendizagem |
No final da Unidade Curricular, o(a) estudante deve ser capaz de:
• refletir sobre a relevância da noção de conversão filosófica para a própria metodologia e para a hermenêutica da filosofia; • analisar a noção de conversão enquanto conceito interdisciplinar e transdisciplinar e, em particular, a noção de conversão filosófica como conceito decisivo da história da filosofia e como ponto de articulação entre as dimensões teórica e prática da filosofia; • compreender a noção de filosofia como modo de vida em alguns autores clássicos da Antiguidade, da Idade Média e da Modernidade, bem como as relações que, através desta conceção “prática” de filosofia, se estabelecem entre os autores, de modo a compreender o desenvolvimento histórico da filosofia e a sua interação com outras disciplinas;
No final, o(a) estudante deverá ter adquirido as competências necessárias para:
• interpretar um texto filosófico através de uma hermenêutica intratextual, intertextual e extratextual.
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Conteúdos programáticos |
1) História e hermenêutica da filosofia através do exemplo da conversão à filosofia (Pierre Hadot e Michel Foucault); 2) Metodologia da análise e da escrita filosófica; 3) Figuras da conversão filosófica. Constantes e variantes entre formas de conversão (filosófica, religiosa, política…); 4) A conversão dos Antigos: 4.1) Platão; 4.2) Aristóteles; 4.3) Escolas helenísticas: estoicos, epicuristas e cínicos; 5) A conversão na Idade Média: 5.1) Sto. Agostinho; 5.2) Dante Alighieri: 5.3) Francesco Petrarca; 6) A conversão na Modernidade: 6.1) A conversão do Renascentismo; 6.2) Descartes; Espinosa, Nietzsche.
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Metodologias de Ensino e Critérios de Avaliação |
O curso integra momentos de ensino expositivo e, sobretudo no âmbito das OT, momentos de partilha oral e de trabalhos de carácter participativo. Atribui-se uma importância fundamental à leitura e interpretação dos textos, bem como à contextualização dos autores e das suas biografias nos respetivos quadros históricos e sociais.
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Bibliografia principal |
AGOSTINHO, Santo. (2004). Confissões. Lisboa. ARISTÓTELES. (2006). Protréptico. Madrid. DANTE ALIGHIERI. (2004). A Divina Comédia. Porto Alegre. DESCARTES, R. (2006). Discurso do método. Lisboa. DESCARTES, R. (2024). Meditações sobre a filosofia primeira. Coimbra. EPICTETO. (2024). Manual para a vida. Porto. EPICURO. (2009). Cartas, Máximas e Sentenças. Lisboa. ESPINOSA, B. (2020). Ética. Lisboa. HADOT, P. (2014). Exercícios espirituais e filosofia antiga. São Paulo. LUCRÉCIO. (2015). Da Natureza das Coisas. Lisboa. MARCO AURÉLIO. (2022). Meditações. Lisboa. MONTAIGNE, Michel de. (1984). Ensaios. São Paulo. MORE, T. (2004). A Utopia. Brasília. NIETZSCHE, F. (2020). Schopenhauer como educador. São Paulo. PETRARCA, F. (2015). O meu livro segredo. Civitas Augustiniana, 4. PLATÃO. (2000). A República. Lisboa. PLATÃO. (2002). “Carta VII". Lisboa. PLATÃO. (2024). Apologia de Sócrates. Coimbra. SÉNECA, L. A. (2004). Cartas a Lucílio. Lisboa.
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| Língua |
Português
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