| Código |
11981
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| Ano |
3
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| Semestre |
S1
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| Créditos ECTS |
10
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| Carga Horária |
OT(90H)/TP(120H)
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| Área Científica |
Arquitetura
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Tipo de ensino |
Obrigatório
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Estágios |
Nao há.
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Objectivos de Aprendizagem |
Ampliar a complexidade programática e as escalas de intervenção praticadas nos anos anteriores. Reconhecer o valor da planta, do alçado, do corte, da maquete, etc., como o conjunto de ferramentas capazes de definir integralmente um projecto. Compreender e resolver a forma arquitectónica – para edifícios, ou conjuntos de edifícios, com diferentes usos – como resultante de múltiplas solicitações (urbanas, funcionais, estéticas, simbólicas, produtivas, climáticas, comunicacionais, etc.). Conjugar todas as condicionantes presentes no acto projectual (legislativas, construtivas, estruturais, etc.). Desenvolver o conceito de projecto de execução (sistema construtivo, materiais, ligações, pormenores, etc.) Insistir fortemente na produção de trabalho nas aulas, nas trocas de opinião inerentes à prática de atelier e nas apresentações e debates públicos, para optimizar o intercâmbio de ideias e desenvolver a autocrítica e a crítica construtiva em geral.
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Conteúdos programáticos |
Consolidar as competências dos alunos, nomeadamente na selecção e aplicação dos diferentes métodos de projecto envolvidos nas temáticas da arquitectura e da construção, elevando os seus conhecimentos, experiência e capacidades. Compreender a arquitectura e o espaço urbano com base na experimentação pessoal. Sendo importante o fornecimento de informação fundamental para o enriquecimento da cultura arquitectónica do aluno, incentiva-se o distanciamento a ideias preconcebidas e ‘clichés’, para o desenvolvimento de expressões arquitectónicas individuais. Desenvolver projectos a diferentes escalas, valorizando o sentido crítico, a capacidade de escolha dos estudantes, a acção rigorosa, a concepção e a consistência formal no acto de projectar. Entender a arquitectura como actividade experimental, promovendo a actividade de projecto como um trabalho de síntese, integrador de diversos factores – lugar, programa, forma, escala, linguagem, etc. – resolvido através do desenho e do modelo, instrumentos privilegiados de análise, no acto criativo. Ver o projecto como trabalho aglutinador das distintas áreas de aprendizagem (Estruturas, Construções, Teoria, História, etc.) a convergir, sem lugar a dúvidas, no acto projectual. Descobrir a construção como uma componente do próprio projecto, podendo enriquecê-lo, tanto na sua espacialidade como na sua linguagem, pelo que o detalhe construtivo é uma ferramenta de definição da forma e não um trâmite a cumprir no final.
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Metodologias de Ensino e Critérios de Avaliação |
AVALIAÇÃO
O acompanhamento dos trabalhos pelos professores, de forma continuada, é obrigatório! Atendendo às características da UC, a avaliação será naturalmente contínua, baseada no acompanhamento da evolução dos exercícios a desenvolver ao longo do semestre, na avaliação da respectiva apresentação final obrigatória e compreenderá todos os aspectos da participação do aluno, individualmente e em grupo, nomeadamente quanto aos seguintes factores: ? Assiduidade*; ? Participação nas aulas; ? Interesse e dedicação; ? Criatividade e inovação; ? Sentido crítico e auto-crítico; ? Espírito de iniciativa; ? Evolução positiva dos trabalhos; ? Desenvolvimento pessoal; ? Capacidade de expressão; ? Rigor de representação.
A conjugação da totalidade destes aspectos será traduzida numa informação numérica final, numa escala de 0 a 20 valores.
* Para garantir os parâmetros de avaliação contínua, os alunos deverão comparecer a um mínimo de 75 % das aulas, ou ficarão impossibilitados de obter frequência ou aprovação à UC. No caso de trabalhadores estudantes (ou outros casos excepcionais) a frequência das aulas deverá ser acordada com os docentes.
Segundo o Despacho nº. 2014/R/67 da UBI, a classificação Ensino/Aprendizagem tem as seguintes categorias: • Não Admitido/Não Frequentou (NANF): É obrigatória a presença mínima de 75% do total das aulas (TP+OT), com registo em folhas de presença; • Não Admitido/Não Atingiu Mínimo (NANAM): Não cumpriu os objectivos mínimos definidos; • Frequência/Não Dispensa de Exame (FREQ): Não se aplica. Não existe Exame nesta unidade curricular; • Frequência/Dispensa de Exame: Aprovado/a com classificação entre 10 e 20 valores.
Tratando-se de uma UC de avaliação contínua SEM EXAME, a aprovação é obtida através do seguinte cálculo de classificação Ensino/Aprendizagem: Exercício 1 (90%) + Assiduidade/Participação (10%) = Nota final (100%)
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Bibliografia principal |
Alexander, Christopher, 1981. El Modo Intemporal de Construir. Barcelona: GG. Arc en Rêve Centre d'Architecture, 2009. New Forms of Collective Housing in Europe. Basileia: Birkhäuser. Consiglieri, Victor, 1994. A Morfologia da Arquitectura. Volume I. Lisboa: Editorial Estampa. Deplazes, Andrea, ed,, 2005, Constructing architecture materials processes structures: a handbook. Berlin: Birkhauser. Gausa, Manuel, 1998. Housing. Nuevas alternativas, nuevos sistemas. Barcelona: Koolhaas, Rem, 1995. S,M,L,XL. Roterdão: 010 Publishers. Le Corbusier, Œuvre Complète. Birkhäuser, Basel, Boston, Berlin, uncorrected reprint 1999. Lynch, Kevin, 1982. A Imagem da Cidade. Porto: Edições 70. Melgarejo, Maria, 1996. Nuevos modos de habitar. Valencia: COACV. Monteys, Xavier, 2001. Casa collage: un ensayo sobre la arquitectura de la casa. Barcelona: Gustavo Gili. Mozas, Javier & Fernandez, Aurora, 2006. Density, new collective housing. Vitoria: a+t. Panero, Julius; Zelnik, Martin - Dimensionamento humano para espaços interiores, Gustavo Gili, Barcelona, 2002. Piñón, Helio (ed.), Curso Básico de Proyectos. Edicions UPC, Barcelona 1998. Piñón, Helio (ed.), Materiales de proyecto 1 e 2: Materiales de proyecto i materials de construcción y detalles. Escola Tècnica Superior de Arquitectura de Barcelona, UPC. Barcelona 2004 e 2005. Portas, Nuno & Dias, Francisco, 1987. Habitação Evolutiva. S.l. Portas, Nuno, 2004. Habitação Social: Proposta para a metodologia da sua Arquitectura. Porto: FAUP publicações. Ramos, Rui, 2010. A casa: Arquitectura e projecto doméstico na primeira metade do século XX português. Porto: FAUP publicações. Rueda, Oscar & Pizarro, Maria, 2003. 10+5 Housing projects. Metropolitan Housing. Madrid: Ed. Rueda. Távora, Fernando, 2006. Da organização do espaço. Porto: FArquitectura da Universidade do Porto. Teyssot, Georges, 1986. Il Progetto Domestico. La casa dell'uomo: architipi e prototipi. Milão: Electa.
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| Língua |
Português
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