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UBI recebe programa “Música e Ciência” que junta uma conferência a um concerto

  2017-10-19       UBI     UBI

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O musicólogo Rui Vieira Nery e a Orquestra Académica Metropolitana são os principais intervenientes na sessão que acontece na Faculdade de Ciências da Saúde, inserida no programa organizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

A Universidade da Beira Interior (UBI) recebe o ciclo “Música e Ciência”, um programa organizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), em parceria com a AMEC | Metropolitana. Na quarta-feira, dia 25 de outubro, o Grande Auditório da Faculdade de Ciências da Saúde junta no mesmo programa a conferência “O espírito do tempo”, pelo musicólogo Rui Vieira Nery, e o concerto da Orquestra Académica Metropolitana. A sessão começa às 15h30. As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias e estão disponíveis online até às 12h00 de dia 23 de outubro.

“Música e Ciência” tem previstas 10 sessões que vão passar por outras quatro universidades além da UBI e ainda cinco politécnicos. Traz à UBI Rui Vieira Nery, licenciado em História pela Faculdade de Letras de Lisboa (1980) e Doutorado em Musicologia pela Universidade do Texas em Austin (1990). É presentemente Professor Associado da Universidade Nova de Lisboa e Investigador do Instituto de Etnomusicologia-Centro de Estudos de Música e Dança e do Centro de Estudos de Teatro, bem como Diretor do Programa Gulbenkian de Língua e Cultura Portuguesas. Como musicólogo e historiador cultural, é autor de diversas obras sobre Música erudita portuguesa no período do Antigo Regime e sobre Música Popular urbana dos séculos XIX a XXI, bem como de largo número de artigos científicos publicados em revistas e obras coletivas especializadas, tanto portuguesas como internacionais.

Quanto à Orquestra Académica Metropolitana irá interpretar a Sinfonia N.º 2, Op. 73, de Johannes Brahms, com direção musical de Jean-Marc Burfin. A obra de Brahms foi estreada no dia 30 de dezembro de 1877 em Viena, sob a direção do maestro Hans Richter. Seguiram-se apresentações em Leipzig e Hamburgo, sempre com o aplauso do público que exigia a repetição do terceiro andamento. No que respeita à sua «construção», apresenta uma estrutura sólida e equilibrada. Aparenta uma simplicidade enganadora, o que se deve à sua consistência formal. Não depende somente dos contrastes ou da exploração de dinâmicas extremas, mas também da maneira como as ideias se entrelaçam com oportunidade e coerência ao longo dos quatro andamentos. Essa confluência entre o arrebatamento expressivo e o rigor formal viriam a projetar-se na produção sinfónica de compositores como Mahler ou Schostakovich.

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Ciclo “Música e Ciência”

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Data da última atualização: 2017-10-19
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