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UBI contribui para a construção da nova Bauhaus europeia

  5 de julho de 2021  

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Francisco Paiva e Edgar Nave estiveram no Hackextrem “Swing Bauhaus, South Western Iberian New Bauhaus”, que decorreu em Espanha, para repensar o território Euroace (Alentejo, Centro e Extremadura espanhol).

A Universidade da Beira Interior (UBI) participou recentemente no Hackextrem “Swing Bauhaus, South Western Iberian New Bauhaus”, que decorreu em Cáceres (Espanha). A génese deste evento teve em consideração o mais recente repto de Ursula von der Leyen, que incentivou a recriação de uma Nova Bauhaus - inspirada no movimento alemão dos anos 20, em que alguns artistas foram chamados a delinear uma nova sociedade, a repensar o território e a melhorar a vida das pessoas, num período então afetado pela I Guerra Mundial.

Como os períodos de crise provaram ser férteis em iniciativas, para o Hackextrem (que teve lugar entre os dias 15 de maio a 26 de junho) foram convidados mais de 30 criativos de áreas relacionadas com a arquitetura, design, cultura, inovação e empreendedorismo, tendo como objetivo hackear e repensar o território Euroace (Alentejo, Centro e Extremadura espanhol) e o ecossistema inovador no período pós pandémico, assente sob os novos pilares: sustentabilidade, inclusividade e beleza.

Por parte da UBI, esteve envolvido, numa fase inicial do projeto, Francisco Paiva, docente da Faculdade de Artes e Letras e diretor executivo da candidatura da Covilhã - Cidade Criativa da UNESCO em Design, e Edgar Nave, investigador do NECE e aluno de Doutoramento em Gestão.

Ao longo do período, Edgar Nave esteve envolvido em todo o processo criativo coletivo num projeto da área da sustentabilidade, destinada à indústria agroalimentar de ambas regiões. Este projeto envolveu a conceptualização de uma aceleradora de projetos hídricos, que dá oportunidade a estas empresas de aceder a incentivos que permitam um upgrade tecnológico em direção à eficiência hídrica, assim como a integração das mesmas numa comunidade de empresas triple balance, certificando-as com um selo verde no que toca a boas práticas no uso de água, ante os consumidores. Isto decorre numa região fortemente afetada pela seca nos últimos anos e numa altura em que a ONU declara que, se a indústria agroalimentar reduzisse 10% do consumo de água, seria suficiente para abastecer o dobro da população mundial.

A rede de criativos de instituições que integraram este projeto, aguarda agora um novo quatro de fundos europeus para que possa materializar as ideias nos territórios.

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Data da última atualização: 2021-07-05
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