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Metodologias de Ensino e Critérios de Avaliação |
Metodologicamente, a unidade curricular é lecionada sob uma aproximação plural da questão filosófica de base – Que é a Técnica? -, sendo, para isso, por cada docente, introduzida uma perspectiva com base em indicação bibliográfica. Cada módulo pressupõe a leitura prévia da respetiva referência bibliográfica, sendo a hora semanal de OT direcionada para tal.
A avaliação é composta por uma prova escrita de resposta aberta à questão da Unidade Curricular (60%), seguida de defesa oral em contexto de aula, na presença de júri plural, constituído a partir da equipa docente (40%). A não comparência na prova escrita implica a não realização da prova oral. - Os estudantes dispensam de exame com 10 valores, sendo admitidos a exame com 6 valores.
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Bibliografia principal |
Benjamin, W., "A obra de arte na época da sua possibilidade de reprodução técnica”, in: Sobre arte, técnica, linguagem e política, Lisboa, Relógio D’Água, 2012. Cassirer, E., “Forma e Técnica”, in: Natureza Humana 24.1 (2022): 1-39. Günther, A., La obsolescencia del hombre, Editorial Pre-textos, 2011. Heidegger, M.. "A questão da técnica", in: Scientiæ studia 5.3 (2007): 375-398. Hesíodo, Trabalhos e Dias, 7 Letras. Holanda, F., Da Pintura Antiga, introd. e notas de Angel Garcia, Lisboa, IN-CM, 1984. Jonas, H., The Imperative of Responsibility: In Search of an Ethics /or the Technological Age, Chicago, UCP, 1984. Morão, A., “A técnica como problema filosófico. Linhas da reflexão actual”, in: Brotéria 148 (1999): 15-35. Jünger, E., O trabalhador: domínio e figura, Hugin, 2000. Ortega y Gasset, A Meditação sobre a Técnica, Lisboa, Fim de Século, 2009. Platão, Protágoras, Lisboa, Relógio D’Água, 1999. Spengler , Oswald , O Homem e a Técnica, Lisboa, Guimarães Editores, 1993.
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