Decorre de março a junho, na Covilhã e Castelo Branco, o Festival Y#22, um espaço que convida à participação, à escuta e ao encontro, transformando a arte em território comum, onde a identidade se constrói na partilha.
O festival abre a 21 de março no Teatro Municipal da Covilhã (TMC~) com Rossana, para um concerto que une jazz, psy-rock, música latina, folk e eletrônica num som singular. A 28 do mesmo mês sobe a este palco a Companhia Instável, com “Do Terreiro ao Mundo”, um espetáculo de Clara Andermatt.
Março traz também quatro oportunidades de conversas pós-espetáculos com os artistas, mediadas por Claudia Galhós. “COMUM” acontece a 6 e 7 após “O Mundo que Queremos” na Universidade da Beira Interior (UBI), a 21 após a atuação de Rossana no TMC~, e a 28 após a peça de teatro e dança “Do Terreiro ao Mundo”, no mesmo local.
O terceiro mês do ano conta ainda com as iniciativas “Leituras Nómadas”, a 11 de março, pelas 19h30, na Livraria Tertúlia, e as Oficinas de Experimentação Artística PLURAL, a 28 de março, pelas 15h00, no Orfeão da Covilhã.
O Festival conta ainda com as oficinas da URDIDURA, que têm lugar na Sala de Ensaios do Centro de Inovação Cultural e TMC~.A participação é gratuita, porém sujeita a inscrição através de geral@beiraserra.pt.
O Festival decorre até 4 de junho conta com a presença de Rossana, Clara Andermatt e Companhia Instável, Carminda Soares e Maria R. Soares, Maria Sá Silva, Marco Mendonça, Sara Carinhas, Tónan Quito, dai ida, Eríc Amorim dos Santos, João Paulo Santos e Matxalen Bilbao.
A iniciativa tem ainda espaço para conversas e reflexões COMUM com Claudia Galhós, a residência artística INVESTIGAÇÃO-VENTILAÇÃO com Dullmea e oficinas PLURAL com alguns dos presentes nesta edição.