Os terrenos da Reitoria, junto ao edifício dos Serviços Administrativos da UBI, vão ser palco da plantação de uma micro floresta, iniciativa com a qual a academia pretende dar um contributo concreto para a sustentabilidade ambiental e para a economia circular.
A ação está marcada para a manhã do próximo dia 8 de abril e é aberta a toda a comunidade académica e civil, que é convidada a participar ativamente nesta iniciativa de valorização ambiental do campus universitário.
A iniciativa integra‑se no âmbito do Pacto para a Economia Circular no Centro, que prevê, entre outras ações, a criação de dois bosquetes como mecanismo de compensação carbónica. A concretização da plantação conta com a parceria da Fundação Aga Khan Portugal, reforçando a dimensão colaborativa e de educação ambiental do projeto.
O projeto tem como objetivos promover a biodiversidade local, melhorar a qualidade do solo e reforçar a resiliência dos ecossistemas, contribuindo para a valorização ecológica do campus universitário, integrado na Cidade da Covilhã. A iniciativa contribui ainda para uma melhoria efetiva da qualidade de vida da comunidade académica e civil, assumindo‑se como um investimento numa herança ambiental sustentável para as gerações futuras.
O evento contará com a presença da Reitora da UBI, Ana Paula Duarte, do Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Hélio Fazendeiro, e de uma representante da Fundação Aga Khan Portugal. Após um momento simbólico de plantação das primeiras árvores, terão lugar atividades de plantação abertas à comunidade. A iniciativa culmina com uma merenda partilhada, entre as 13h00 e as 14h00, em linha com o espírito colaborativo que caracteriza a ação.
A plantação da micro floresta resulta da adesão da UBI ao pacto que abrange a região NUTS II Centro, dinamizado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), lançado oficialmente a 22 de janeiro.
No âmbito deste pacto, a UBI contribui com três ações estruturantes, em desenvolvimento, relacionadas com a gestão de recursos hídricos, a ecoeficiência energética e a captura de CO₂, evidenciando uma estratégia institucional orientada para a sustentabilidade, o bem‑estar da comunidade e o envolvimento ativo da população da região.
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